{"id":968,"date":"2018-01-12T12:28:35","date_gmt":"2018-01-12T14:28:35","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/elasnoataque\/?p=968"},"modified":"2018-01-12T17:56:25","modified_gmt":"2018-01-12T19:56:25","slug":"lbf-basquete-feminino-atrativos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/elasnoataque\/lbf-basquete-feminino-atrativos\/","title":{"rendered":"LBF come\u00e7a com mais atrativos a equipes e patrocinadores"},"content":{"rendered":"<p>Nove equipes come\u00e7am a disputa do principal campeonato do basquete feminino brasileiro, nesta sexta-feira (12\/1) . O grande desafio \u00e9 tornar a competi\u00e7\u00e3o atrativa para aumentar ou, ao menos, manter o n\u00famero de participantes nos pr\u00f3ximos torneios. Em oito edi\u00e7\u00f5es da Liga de Basquete Feminino (LBF), o qu\u00f3rum variou de seis a 10 times por temporada.<\/p>\n<p>Neste ano, h\u00e1 tr\u00eas equipes a mais do que em 2017. Por\u00e9m, sofre o desfalque do Corinthians\/Americana, que considerou o retorno financeiro insuficiente. A baixa do atual campe\u00e3o nacional tamb\u00e9m tira do cen\u00e1rio da modalidade um clube de massa que atra\u00eda p\u00fablico do futebol.<\/p>\n<p>\u201cO fato de todo ano n\u00e3o sabermos quem vai jogar dificulta em tudo a programa\u00e7\u00e3o da LBF, principalmente pelos patrocinadores, que querem saber quais cidades e estados estar\u00e3o envolvidos\u201d, reconhece o presidente da liga, Ricardo Molina. Ele aposta em um maior planejamento para mudar essa realidade.<\/p>\n<p>De acordo com o dirigente, a LBF apresentar\u00e1 a programa\u00e7\u00e3o da 9\u00aa e da 10\u00aa edi\u00e7\u00f5es at\u00e9 mar\u00e7o deste ano. A expectativa \u00e9 que a anteced\u00eancia colabore para ampliar a quantidade de participantes em campeonatos futuros. \u201cN\u00e3o tenho d\u00favida de que, mesmo no momento de crise que o Brasil vive, o aumento das equipes (de seis para nove) se deu pelo planejamento. Em nenhuma outra edi\u00e7\u00e3o da LBF tivemos um planejamento estruturado como esse\u201d, diz o presidente.<\/p>\n<p>A entidade foi atr\u00e1s de novidades para tentar atrair mercado, m\u00eddia e patrocinadores. A principal \u00e9 a transmiss\u00e3o de 100% dos jogos do campeonato pela internet, incluindo a fase de classifica\u00e7\u00e3o e os playoffs (haver\u00e1 tamb\u00e9m exibi\u00e7\u00e3o em tev\u00eas aberta e fechada). H\u00e1, ainda, a ado\u00e7\u00e3o de mascotes de equipes, uma forma de tentar envolver as crian\u00e7as.<\/p>\n<p>A LBF faz tamb\u00e9m um estudo, em parceria com a Unicamp, para a poss\u00edvel redu\u00e7\u00e3o da altura da tabela e do tamanho da bola, como ocorreu, por exemplo, com a rede no v\u00f4lei e com a bola no handebol. Para completar, oferecer\u00e1 subs\u00eddios aos times, como o pagamento integral das taxas de arbitragem, o aux\u00edlio parcial na log\u00edstica e o fornecimento total de bolas para o campeonato.<\/p>\n<h2><strong>Oscila\u00e7\u00f5es das equipes participantes da LBF<\/strong><\/h2>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-979 alignright\" src=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/elasnoataque\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2018\/01\/Equipes_LBF.jpg\" alt=\"Equipes_LBF\" width=\"500\" height=\"427\" srcset=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/elasnoataque\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2018\/01\/Equipes_LBF.jpg 500w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/elasnoataque\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2018\/01\/Equipes_LBF-300x256.jpg 300w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/elasnoataque\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2018\/01\/Equipes_LBF-230x196.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/>A competi\u00e7\u00e3o feminina de basquete ocorre desde 1984. Foi chamada de Ta\u00e7a Brasil at\u00e9 1997 e, depois, de Campeonato Nacional, quando era organizada pela Confedera\u00e7\u00e3o Brasileira de Basketball (CBB). Desde 2010, a LBF assumiu a gest\u00e3o do torneio, com a chancela da CBB e da federa\u00e7\u00e3o internacional, a Fiba. O evento, por\u00e9m, n\u00e3o alcan\u00e7ou o mesmo sucesso da liga masculina, o Novo Basquete Brasil (NBB).<\/p>\n<p>Fugindo ao esperado pela proximidade dos Jogos Ol\u00edmpicos do Rio-2016, as temporadas de 2015\/2016 e 2016\/2017 foram as que tiveram a menor quantidade de participantes: seis. Para Roberto Dornelas, t\u00e9cnico do atual vice-campe\u00e3o, UniNassau, a falta de resultados positivos das Sele\u00e7\u00f5es Brasileiras da modalidade nas Olimp\u00edadas e na Copa Am\u00e9rica distancia patrocinadores, o que se soma ao momento financeiro delicado do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Para voltar a ter gera\u00e7\u00f5es vencedoras, como as protagonizadas por Hort\u00eancia e Magic Paula, tanto na Sele\u00e7\u00e3o quanto nos torneios nacionais, Dornelas v\u00ea a necessidade de o <a href=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/elasnoataque\/final-wnba-lynx-sparks\/\">basquete feminino<\/a> ter uma liga de desenvolvimento. Ele observa que a maioria das competidoras para de atuar por volta dos 19 anos. As que resistem come\u00e7am a jogar em equipes adultas. \u201cSe tiver uma base mais solidificada, ter\u00e1 mais atletas no mercado, o que vai atrair mais equipes\u201d, resume.<\/p>\n<p>A exemplo do que ocorreu com o Corinthians\/Americana, o basquete feminino do pa\u00eds vem se acostumando a ver times tradicionais fecharem as portas. Foi assim com o Ourinhos, pentacampe\u00e3o nacional de 2004 a 2008, que acabou em 2014, assim como S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos, Sport Recife e Bras\u00edlia Vizinhan\u00e7a.<\/p>\n<h2><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-980\" src=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/elasnoataque\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2018\/01\/Linha-do-tempo1.jpg\" alt=\"Campeonato nacional de basquete feminino at\u00e9 se chamar LBF\" width=\"600\" height=\"682\" srcset=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/elasnoataque\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2018\/01\/Linha-do-tempo1.jpg 600w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/elasnoataque\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2018\/01\/Linha-do-tempo1-264x300.jpg 264w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/elasnoataque\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2018\/01\/Linha-do-tempo1-550x625.jpg 550w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/elasnoataque\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2018\/01\/Linha-do-tempo1-230x261.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/h2>\n<h2><strong>Sa\u00edda do Corinthians\/Americana promete\u00a0mais equil\u00edbrio \u00e0 LBF<\/strong><\/h2>\n<figure id=\"attachment_976\" aria-describedby=\"caption-attachment-976\" style=\"width: 375px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-976\" src=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/elasnoataque\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2018\/01\/LBF_Rodada1.jpg\" alt=\"Cl\u00e1ssico paulista entre Santo Andr\u00e9 e S\u00e3o Bernardo abre a LBF 2018\" width=\"375\" height=\"500\" srcset=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/elasnoataque\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2018\/01\/LBF_Rodada1.jpg 375w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/elasnoataque\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2018\/01\/LBF_Rodada1-225x300.jpg 225w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/elasnoataque\/wp-content\/uploads\/sites\/36\/2018\/01\/LBF_Rodada1-230x307.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 375px) 100vw, 375px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-976\" class=\"wp-caption-text\">Primeira semana de jogos da LBF CAIXA 2018<\/figcaption><\/figure>\n<p>A sa\u00edda do Corinthians\/Americana da LBF provocou perdas incontest\u00e1veis, mas, com a extin\u00e7\u00e3o da equipe, as atletas migraram para outros times. Com isso, existe a expectativa de maior equil\u00edbrio entre os participantes. \u201c\u00c9 um campeonato que come\u00e7a sem certeza dos quatro finalistas, como ocorria antes\u201d, avalia Roberto Dornelas, t\u00e9cnico do atual vice-campe\u00e3o, Uninassau.<\/p>\n<p>A temporada regular LBF geralmente \u00e9 disputada de novembro a fevereiro. A exce\u00e7\u00e3o tinha sido a edi\u00e7\u00e3o de 2013, realizada em turno \u00fanico por dificuldades financeiras e que classificava diretamente \u00e0s finais. Em 2018, a competi\u00e7\u00e3o volta a ocorrer num \u00fanico ano, mas para n\u00e3o atrapalhar as equipes que contam com incentivo de prefeitura. \u201cEm dezembro e janeiro, as prefeituras est\u00e3o em transi\u00e7\u00e3o de or\u00e7amento\u201d, justifica Ricardo Molina, presidente da LBF, sobre o teste do novo calend\u00e1rio.<\/p>\n<p>Os nove times disputar\u00e3o a primeira fase em dois turnos classificat\u00f3rios para os playoffs, que ter\u00e3o s\u00e9ries de quartas de final, semifinais e final. O campe\u00e3o ser\u00e1 decidido em s\u00e9rie de melhor de cinco jogos.<\/p>\n<p>A abertura ter\u00e1 o cl\u00e1ssico paulista entre Santo Andr\u00e9 e S\u00e3o Bernardo, hoje, \u00e0s 20h, no Gin\u00e1sio Pedro Dell\u2019Antonia, em Santo Andr\u00e9, com transmiss\u00e3o pela web (lbf.com.br).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nove equipes come\u00e7am a disputa do principal campeonato do basquete feminino brasileiro, nesta sexta-feira (12\/1) . O grande desafio \u00e9 tornar a competi\u00e7\u00e3o atrativa para aumentar ou, ao menos, manter o n\u00famero de participantes nos pr\u00f3ximos torneios. Em oito edi\u00e7\u00f5es da Liga de Basquete Feminino (LBF), o qu\u00f3rum variou de seis a 10 times por temporada. 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