{"id":2633,"date":"2017-04-02T09:00:55","date_gmt":"2017-04-02T12:00:55","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/maisbichos\/?p=2633"},"modified":"2017-03-31T11:36:42","modified_gmt":"2017-03-31T14:36:42","slug":"doencas-do-figado-podem-ter-varias-causas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/maisbichos\/doencas-do-figado-podem-ter-varias-causas\/","title":{"rendered":"Pets tamb\u00e9m t\u00eam doen\u00e7a hep\u00e1tica"},"content":{"rendered":"<div class=\"h7  \">\n<div class=\"Bk\">\n<div class=\"G3 G2\">\n<div id=\":3b3\">\n<div class=\"adn ads\">\n<div class=\"gs\">\n<div id=\":3b5\" class=\"ii gt adP adO\">\n<div id=\":3b4\" class=\"a3s aXjCH m15b20572ac67ae1d\">\n<div dir=\"ltr\">\n<div class=\"gmail_quote\">\n<h2>Ela \u00e9 mais comuns do que se imagina. Saiba quais as principais causas da doen\u00e7a hep\u00e1tica\u00a0em c\u00e3es e gatos<\/h2>\n<h2><\/h2>\n<div dir=\"ltr\">\n<figure id=\"attachment_2634\" aria-describedby=\"caption-attachment-2634\" style=\"width: 800px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-2634\" src=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/maisbichos\/wp-content\/uploads\/sites\/7\/2017\/03\/CBPFOT290320170935.jpg\" alt=\"29\/03\/2017. Cr\u00e9dito: Arthur Menescal\/Esp.CB\/D.A. Press. Brasil. Bras\u00edlia - DF. Revista. Doen\u00e7as hep\u00e1ticas em animais. Juliana Lauermann com o seu cachorro Frederico, no Lago Sul.\" width=\"800\" height=\"533\" srcset=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/maisbichos\/wp-content\/uploads\/sites\/7\/2017\/03\/CBPFOT290320170935.jpg 800w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/maisbichos\/wp-content\/uploads\/sites\/7\/2017\/03\/CBPFOT290320170935-300x200.jpg 300w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/maisbichos\/wp-content\/uploads\/sites\/7\/2017\/03\/CBPFOT290320170935-768x512.jpg 768w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/maisbichos\/wp-content\/uploads\/sites\/7\/2017\/03\/CBPFOT290320170935-350x233.jpg 350w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/maisbichos\/wp-content\/uploads\/sites\/7\/2017\/03\/CBPFOT290320170935-550x366.jpg 550w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/maisbichos\/wp-content\/uploads\/sites\/7\/2017\/03\/CBPFOT290320170935-230x153.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-2634\" class=\"wp-caption-text\">\u00a0O yorkshire Frederico teve doen\u00e7a hep\u00e1tica e n\u00e3o conseguia se alimentar \u00a0Cr\u00e9dito: Arthur Menescal\/Esp.CB\/D.A. Press.<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<div dir=\"ltr\">\nPOR ANDR\u00c9 BAIOFF*<\/p>\n<p>Doen\u00e7a hep\u00e1tica n\u00e3o \u00e9 uma exclusividade dos humanos: ela pode afetar os pets. O f\u00edgado desempenha in\u00fameras fun\u00e7\u00f5es no organismo, portanto, \u00e9 de extrema import\u00e2ncia que esteja funcionando bem. Para isso, alguns cuidados devem ser tomados. Se o bicho recusar \u00e1gua e ra\u00e7\u00e3o, se estiver ap\u00e1tico, com o corpo amarelado, procure atendimento veterin\u00e1rio \u2014 pode ser algum mal hep\u00e1tico.<\/p>\n<p>Essas doen\u00e7as podem ser agudas ou cr\u00f4nicas. As principais causas s\u00e3o intoxica\u00e7\u00f5es, infec\u00e7\u00f5es virais ou bacterianas, dist\u00farbios do trato biliar, dist\u00farbios vasculares cong\u00eanitos, doen\u00e7as metab\u00f3licas, parasitas (como a leishmaniose, causada pelo mosquito-palha) e neoplasias. Al\u00e9m disso, o uso prolongado de medicamentos tamb\u00e9m pode complicar o f\u00edgado. Algumas ra\u00e7as t\u00eam maior disposi\u00e7\u00e3o ao problema, como yorkshire terrier, west highland white terrier e malt\u00eas. Entre os gatos, s\u00e3o mais predispostos os persas e os himalaios\u201d, explica a veterin\u00e1ria Blenda Costa Carneiro.<\/p>\n<p>A instrutora de fitdance Juliana Lauermann, 21 anos, passou dificuldades com o yorkshire Frederico. Logo ap\u00f3s a ado\u00e7\u00e3o do animal, ela descobriu que tinha a condi\u00e7\u00e3o conhecida como shunt (desvio hortossist\u00eamico), o que derrubava a taxa glic\u00eamica dele. \u201cEle (o Frederico) n\u00e3o comia, n\u00e3o tomava \u00e1gua. Corri para o consult\u00f3rio veterin\u00e1rio. Os exames de sangue estavam sempre irregulares e ele era internado com frequ\u00eancia\u201d, relembra a jovem.<\/p>\n<p>Em uma das vezes em que o Frederico foi internado, passou um m\u00eas em observa\u00e7\u00e3o no consult\u00f3rio. Durante esse per\u00edodo, foi alimentado com ra\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria para pacientes hep\u00e1ticos, por\u00e9m, os exames diagnosticaram o controle do shunt e o in\u00edcio de uma outra doen\u00e7a no f\u00edgado. Resultado: passou 15 dias na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). \u201cComecei a me preocupar mais com a alimenta\u00e7\u00e3o correta e com a limpeza da casa. Vez ou outra, quando est\u00e1vamos comendo, ca\u00eda alguma coisa no ch\u00e3o e ele comia. Hoje em dia, o cuidado para ele n\u00e3o comer o que n\u00e3o deve \u00e9 redobrado\u201d, ressalta.<\/p>\n<p>Logo ap\u00f3s a sa\u00edda do Frederico do hospital, Juliana procurou uma veterin\u00e1ria especialista em homeopatia que prescreveu f\u00f3rmulas para ajudar na desintoxica\u00e7\u00e3o e uma dieta. \u201cA alimenta\u00e7\u00e3o dele (Frederico) est\u00e1 \u00e0 base de frango, batata, cenoura, ab\u00f3bora e quiabo\u201d, revela.<\/p>\n<p>Para a veterin\u00e1ria Ana Catarina Viana Valle, especialista em homeopatia, acupuntura e fitoterapia animal, vale a pena suspender a ra\u00e7\u00e3o industrializada como precau\u00e7\u00e3o. \u201cO f\u00edgado \u00e9 um \u00f3rg\u00e3o muito importante e, na alopatia, temos poucos recursos para trat\u00e1-lo. Deve-se administrar medicamentos menos agressivos e oferecer alimenta\u00e7\u00e3o natural ao pet. Esse \u00e9 o segredo de uma vida longa e saud\u00e1vel\u201d, diz.<\/p>\n<p>A veterin\u00e1ria Camila Coit\u00e9 Correto tamb\u00e9m v\u00ea com bons olhos a dieta in natura, al\u00e9m de ra\u00e7\u00f5es terap\u00eauticas. \u201cO manejo diet\u00e9tico adequado \u00e9 parte importante do tratamento das hepatopatias porque o f\u00edgado est\u00e1 intimamente envolvido no metabolismo dos nutrientes. Tanto as ra\u00e7\u00f5es quanto a alimenta\u00e7\u00e3o natural s\u00e3o compostas por n\u00edveis proteicos e minerais adequados, a fim de reduzir os danos hep\u00e1ticos, sendo a alimenta\u00e7\u00e3o natural mais flex\u00edvel na adequa\u00e7\u00e3o \u00e0s necessidades individuais\u201d, argumenta.<\/p>\n<p>Camila enfatiza: o tratamento para males de f\u00edgado deve ser decidido por um veterin\u00e1rio. \u201c\u00c9 essencial a realiza\u00e7\u00e3o de exames. A partir deles, ser\u00e3o dadas as orienta\u00e7\u00f5es adequadas. Deve-se observar, sobretudo, filhotes subdesenvolvidos, que n\u00e3o ganham peso. No mais, \u00e9 fornecer alimentos de boa qualidade e evitar contato com parasitas\u201d, aconselha.<\/p>\n<p>O yorkshire Frederico precisou de cuidados intensivos para se recuperar de um mal hep\u00e1tico. \u201cEle n\u00e3o comia, n\u00e3o tomava \u00e1gua\u201d, relata a dona, Juliana Lauermann<\/p>\n<div class=\"yj6qo\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\":3by\" class=\"hq gt a10\">\n<div class=\"hp\">\u00a0*Estagi\u00e1rio sob supervis\u00e3o de Gustavo T. Falleiros<\/div>\n<div id=\":3c0\" class=\"aQH\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"hi\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"ajx\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"gA gt acV\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"h7  ie nH oy8Mbf\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ela \u00e9 mais comuns do que se imagina. 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