{"id":2832,"date":"2017-04-19T08:30:56","date_gmt":"2017-04-19T11:30:56","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/maisbichos\/?p=2832"},"modified":"2017-04-18T14:41:54","modified_gmt":"2017-04-18T17:41:54","slug":"2832-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/maisbichos\/2832-2\/","title":{"rendered":"Pets tamb\u00e9m sofrem de artrite"},"content":{"rendered":"<h2><\/h2>\n<h2><\/h2>\n<h2>Doen\u00e7a autoimune \u00e9 uma das que mais acometem pets. A artrite provoca muita dor e pode\u00a0danificar as articula\u00e7\u00f5es1930<\/h2>\n<figure id=\"attachment_2833\" aria-describedby=\"caption-attachment-2833\" style=\"width: 852px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-2833\" src=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/maisbichos\/wp-content\/uploads\/sites\/7\/2017\/04\/artrite.jpg\" alt=\"Cr\u00e9dito: Reprodu\u00e7\u00e3o \" width=\"852\" height=\"568\" srcset=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/maisbichos\/wp-content\/uploads\/sites\/7\/2017\/04\/artrite.jpg 852w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/maisbichos\/wp-content\/uploads\/sites\/7\/2017\/04\/artrite-300x200.jpg 300w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/maisbichos\/wp-content\/uploads\/sites\/7\/2017\/04\/artrite-768x512.jpg 768w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/maisbichos\/wp-content\/uploads\/sites\/7\/2017\/04\/artrite-350x233.jpg 350w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/maisbichos\/wp-content\/uploads\/sites\/7\/2017\/04\/artrite-550x367.jpg 550w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/maisbichos\/wp-content\/uploads\/sites\/7\/2017\/04\/artrite-230x153.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 852px) 100vw, 852px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-2833\" class=\"wp-caption-text\">Cr\u00e9dito: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Preste aten\u00e7\u00e3o aos sintomas: o pet se nega a andar por longas dist\u00e2ncias, tem dificuldades para subir ou descer escadas, passa a brincar menos e apresenta rigidez muscular. Esses podem ser sinais de que o c\u00e3o ou o gato sofrem de uma doen\u00e7a muito associada a humanos, mas que tamb\u00e9m afeta os animais: a artrite.<\/p>\n<p>De causa desconhecida, a artrite \u00e9 considerada uma doen\u00e7a autoimune: o organismo come\u00e7a a produzir uma resposta imunol\u00f3gica excessiva, como se estivesse combatendo v\u00edrus e bact\u00e9rias, o que provoca inflama\u00e7\u00f5es cr\u00f4nicas. O problema pode surgir em v\u00e1rias articula\u00e7\u00f5es, mas \u00e9 mais comum no quadril, nas patas e nos ombros. Segundo a veterin\u00e1ria Vanessa Couto de Magalh\u00e3es Ferraz, especializada em ortopedia, muitas vezes, o diagn\u00f3stico \u00e9 tardio.\u00a0\u201cDificilmente, o c\u00e3o ou o gato \u00e9 trazido para o ortopedista logo de imediato, e, sim, apenas quando j\u00e1 est\u00e1 mancando&#8221;, conta. &#8220;Por\u00e9m, a ida regular ao cl\u00ednico pode trazer o diagn\u00f3stico da artrite ou poliartrite. \u00c1s vezes, o animal fica mais ap\u00e1tico, quieto, e os donos acham que \u00e9 apenas uma mudan\u00e7a de comportamento, mas pode ser dor, e. quanto mais cedo ele \u00e9 levado, melhor ser\u00e1 o tratamento\u201d,\u00a0observa.<\/p>\n<p>A veterin\u00e1ria diz que, embora mais frequente em c\u00e3es, a doen\u00e7a tamb\u00e9m\u00a0pode atingir gatos. A grande dificuldade para diagnosticar os felinos \u00e9 que eles j\u00e1 t\u00eam\u00a0um comportamento mais reservado, e n\u00e3o s\u00e3o agitados como os cachorros. Por isso mesmo, \u00e9 necess\u00e1rio ir ao consult\u00f3rio com frequ\u00eancia, pois o tutor pode ter dificuldade para identificar altera\u00e7\u00f5es vis\u00edveis na sa\u00fade do animal. Embora n\u00e3o exista cura para a doen\u00e7a, o diagn\u00f3stico \u00a0precoce e correto garante a qualidade de vida. Entre os tratamentos dispon\u00edveis, est\u00e3o fisioterapia, acupuntura e medicamentos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Quanto \u00e0s ra\u00e7as, as de porte pequeno e m\u00e9dio porte s\u00e3o as mais acometidas pela doen\u00e7a, que se manifesta, geralmente, dos 4\u00a0aos 7\u00a0anos. \u201cNas ra\u00e7as maiores, \u00e9 um pouco mais comum o desenvolvimento de displasia coxofemoral, que ocorre pela diferen\u00e7a da massa muscular e o\u00a0crescimento dos ossos e pode at\u00e9 ser confundida com a artrite. \u00a0Por isso, \u00e9 bom ter mais de\u00a0uma opini\u00e3o na defini\u00e7\u00e3o do diagn\u00f3stico e do tratamento\u201d,\u00a0ensina Vanessa Couto de Magalh\u00e3es Ferraz. A m\u00e9dica veterin\u00e1ria far\u00e1 uma palestra sobre o tema na\u00a0\u00a0<a href=\"http:\/\/www.petsa.com.br\/pt\">Pet South America<\/a>, um dos maiores eventos do setor na Am\u00e9rica Latina, que acontece entre 15 e 17 de agosto, em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p><strong>Pr\u00f3teses\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>A \u00e1rea da ortopedia veterin\u00e1ria est\u00e1 em plena expans\u00e3o, com novidades tecnol\u00f3gicas da medicina humana sendo tamb\u00e9m sendo utilizada para benef\u00edcio dos animais. Um exemplo \u00e9 a <a href=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/maisbichos\/2721-2\/\">impress\u00e3o 3D<\/a>, que permite\u00a0se obter c\u00f3pias perfeitas de ossos e \u00f3rg\u00e3os, para auxiliar os m\u00e9dicos a tra\u00e7ar o melhor tratamento.\u00a0\u201cEssa possibilidade de vermos a fratura de uma maneira mais pr\u00f3xima da realidade \u00e9 ideal para planejarmos a melhor abordagem e test\u00e1-la neste objeto, especialmente em casos mais delicados e cirurgias de risco\u201d, explica Cassio Ricardo Auada Ferrigno, professor do curso de veterin\u00e1ria da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP).<\/p>\n<p>O especialista em ortopedia animal explica que a pr\u00e1tica tem sido muito explorada e est\u00e1 ganhando cada vez mais espa\u00e7o desde que chegou ao Brasil, h\u00e1 quatro anos, com um aumento de at\u00e9 40% de participa\u00e7\u00e3o nos tratamentos. Na maioria dos casos, leva-se menos de 24 horas para imprimir os modelos.<\/p>\n<p>De acordo com Ferrigno, outra tecnologia\u00a0que est\u00e1 revolucionando o setor s\u00e3o os implantes anatomicamente adapt\u00e1veis que, diferentemente dos j\u00e1 existentes, podem ser usados em partes espec\u00edficas do osso, se adaptando \u00e0 \u00a0anatomia do animal tratado. \u201cAntes, quando t\u00ednhamos uma fratura, como, por exemplo, no ombro, s\u00f3 encontr\u00e1vamos modelos de implantes completos que acabariam por substituir todo o osso. Com os avan\u00e7os em pesquisa e tecnologia que estamos realizando, ser\u00e1 poss\u00edvel fazer implantes apenas do local fraturado,\u00a0o que \u00e9, realmente, um grande passo\u201d, comemora. Esse tipo de procedimento ainda est\u00e1 em teste, mas o objetivo \u00e9 que, em breve, esteja dispon\u00edvel.<\/p>\n<p>Essas novidades tamb\u00e9m ser\u00e3o apresentadas na Pet South America.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Doen\u00e7a autoimune \u00e9 uma das que mais acometem pets. A artrite provoca muita dor e pode\u00a0danificar as articula\u00e7\u00f5es1930 &nbsp; &nbsp; Preste aten\u00e7\u00e3o aos sintomas: o pet se nega a andar por longas dist\u00e2ncias, tem dificuldades para subir ou descer escadas, passa a brincar menos e apresenta rigidez muscular. 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