{"id":3887,"date":"2017-11-22T08:00:12","date_gmt":"2017-11-22T10:00:12","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/maisbichos\/?p=3887"},"modified":"2017-11-21T17:31:27","modified_gmt":"2017-11-21T19:31:27","slug":"diabetes-gatos-e-caes-tambem-tem-doenca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/maisbichos\/diabetes-gatos-e-caes-tambem-tem-doenca\/","title":{"rendered":"Diabetes: gatos e c\u00e3es tamb\u00e9m t\u00eam a doen\u00e7a"},"content":{"rendered":"<h2>Enquanto o tipo 1 \u00e9 mais comum em c\u00e3es, o 2 acomete mais os gatos. Ficar atento aos sinais e seguir corretamente o tratamento \u00e9 fundamental para garantir qualidade de vida ao animal com diabetes<\/h2>\n<figure id=\"attachment_3888\" aria-describedby=\"caption-attachment-3888\" style=\"width: 413px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-3888\" src=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/maisbichos\/wp-content\/uploads\/sites\/7\/2017\/11\/diabtes.jpg\" alt=\"Cr\u00e9dito: Reprodu\u00e7\u00e3o \" width=\"413\" height=\"310\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-3888\" class=\"wp-caption-text\">Cr\u00e9dito: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A diabetes ocorre por uma falha na produ\u00e7\u00e3o de insulina, um horm\u00f4nio gerado no p\u00e2ncreas\u00a0que \u00e9 respons\u00e1vel por processar a glicose que entra no sangue. A consequ\u00eancia \u00e9\u00a0impossibilidade de o organismo processar, da forma certa, a glicose e outros compostos\u00a0org\u00e2nicos presentes nos alimentos e necess\u00e1rios para garantir a reprodu\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel das\u00a0c\u00e9lulas e a obten\u00e7\u00e3o de energia.<br \/>\nOs c\u00e3es, independentemente da ra\u00e7a, s\u00e3o suscet\u00edveis \u00e0 diabetes \u2013 sendo mais comum entre aqueles\u00a0de meia idade, idosos e cadelas. Os gatos tamb\u00e9m est\u00e3o sujeitos a desenvolver a\u00a0doen\u00e7a. Entretanto, a<strong> sua incid\u00eancia \u00e9 maior entre os machos castrados.<\/strong><\/p>\n<p>A manifesta\u00e7\u00e3o da diabetes em animais \u00e9 bem parecida com a dos humanos e exige cuidados e tratamentos espec\u00edficos. A doen\u00e7a \u00e9 caracterizada por dois tipos:<\/p>\n<p><strong>Tipo 1: (dependente de insulina)<\/strong>: ocorre quando o pr\u00f3prio organismo se responsabiliza por\u00a0destruir os dep\u00f3sitos onde produz a insulina. <strong>Os c\u00e3es apresentam, na maioria dos casos, esse tipo de diabetes<\/strong><br \/>\n<strong>Tipo 2<\/strong>: O p\u00e2ncreas consegue liberar insulina, mas o organismo resiste a ela, n\u00e3o permitindo\u00a0ao horm\u00f4nio exercer suas fun\u00e7\u00f5es corretamente.<strong> Este \u00e9 o tipo mais frequente nos gatos.<\/strong>\u00a0O sintoma mais comum \u00e9 a poli\u00faria, ou excesso de urina, pois os rins n\u00e3o conseguem mais absorver a glicose, e o animal passa a urinar mais que o normal. Outra caracter\u00edstica dos pets\u00a0com diabetes \u00e9 a maior ingest\u00e3o de \u00e1gua e, em casos mais extremos, o animal pode apresentar muito cansa\u00e7o e fadiga.<\/p>\n<p><strong>Para obter sucesso no tratamento, \u00e9 imprescind\u00edvel que o tutor compreenda suas\u00a0responsabilidades<\/strong>. A terapia com uma insulina id\u00eantica a insulina canina \u00e9\u00a0recomendada e constitui um dos pilares do tratamento do diabetes, mas a dieta e o estilo\u00a0de vida (incluindo exerc\u00edcio) tamb\u00e9m influenciam no controle glic\u00eamico.<\/p>\n<p>O tratamento da diabetes pode ser dividido em duas etapas:<br \/>\n<strong>Estabiliza\u00e7\u00e3o<\/strong>: \u00c9 determinada a dose correta de insulina e uma rotina di\u00e1ria adequada para o\u00a0animal de estima\u00e7\u00e3o.<br \/>\n<strong>Manuten\u00e7\u00e3o<\/strong>: O pet \u00e9 monitorado regularmente para acompanhar a evolu\u00e7\u00e3o da sua\u00a0diabetes e determinar as mudan\u00e7as necess\u00e1rias em seus requisitos de insulina.<\/p>\n<p>\u201cA meta do tratamento da diabetes \u00e9 minimizar os sinais cl\u00ednicos da doen\u00e7a, o risco de\u00a0hipoglicemia e o desenvolvimento de complica\u00e7\u00f5es em longo prazo\u201d, afirma Daniela<br \/>\nBaccarin, m\u00e9dica veterin\u00e1ria, associada da Comac (Comiss\u00e3o de Animais de Companhia do SINDAN &#8211; Sindicato Nacional da Ind\u00fastria de Produtos para Sa\u00fade Animal) e gerente de<br \/>\nProdutos da unidade Pet da MSD Sa\u00fade Animal.<\/p>\n<p>Os sintomas associados \u00e0 diabetes s\u00e3o diversos, mas <strong>o mais importante \u00e9 observar qualquer\u00a0altera\u00e7\u00e3o de comportamento do animal.<\/strong> Ao menor sinal de que algo vai errado, leve-o<br \/>\nimediatamente ao m\u00e9dico veterin\u00e1rio. Quanto mais cedo for o diagn\u00f3stico, mais chances de\u00a0sucesso ter\u00e1 o tratamento.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Enquanto o tipo 1 \u00e9 mais comum em c\u00e3es, o 2 acomete mais os gatos. 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