{"id":57,"date":"2015-06-07T11:00:00","date_gmt":"2015-06-07T11:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/maisbichos\/2015\/06\/07\/guarda_compartilhada\/"},"modified":"2015-06-07T11:00:00","modified_gmt":"2015-06-07T11:00:00","slug":"guarda_compartilhada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/maisbichos\/guarda_compartilhada\/","title":{"rendered":"Guarda compartilhada"},"content":{"rendered":"<p>da Revista do Correio <\/p>\n<p>Da disciplina \u00e0s despesas com alimenta\u00e7\u00e3o e veterin\u00e1rio, alguns casais dividem a tarefa de criar um pet <\/p>\n<div align=\"center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/wp-content\/uploads\/mais-bichos\/0885a9824e83717957f44d69a30df7a2.jpg\"> <\/p>\n<p>H\u00e1 quase um ano, Sami e Gabriela dividem os cuidados com Pituxa <\/p>\n<p>foto Zuleika de Souza\/CB\/DA Press <\/p>\n<\/div>\n<p> Ter um pet em casa \u00e9 muita responsabilidade. Alguns casais&nbsp; de namorados dividem os animais como se fossem pai e m\u00e3e. Antes de tudo, \u00e9 preciso ter responsabilidade para criar e separar as tarefas. Os estudantes Sami Sternberge e Gabriela Moreira, ambos de 22 anos, entendem bem esse conceito e, juntos, criam a pequena Pituxa. <\/p>\n<p> A cadelinha sem ra\u00e7a definida tem 1 ano e divide as aten\u00e7\u00f5es do casal. Ela foi adotada com 2 meses de idade, por decis\u00e3o conjunta. \u201cJ\u00e1 t\u00ednhamos conversado sobre ter um pet. Um dia, vi a foto da Pituxa e falei com a Gabriela. Ela concordou e fomos busc\u00e1-la\u201d, conta Sami Sternberg. <\/p>\n<p> De acordo com ele, a cachorrinha obedece aos dois da mesma forma. \u201cA Gabriela \u00e9 como se fosse a m\u00e3e e eu, o pai. Mas acredito que a a Pituxa \u00e9 mais afetiva comigo e mais obediente com ela\u201d, afirma. Os dois dividem a responsabilidade igualmente. Pituxa mora com o \u201cpai\u201d. \u201cNa casa do Sami tem mais espa\u00e7o, mas sempre estou por perto. A gente divide as despesas com brinquedos, ra\u00e7\u00e3o e veterin\u00e1rio\u201d, conta a estudante. <\/p>\n<p> Sami afirma que h\u00e1 muita parceria entre eles. \u201cA gente mora perto. Sempre que preciso de alguma ajuda vou at\u00e9 l\u00e1. Quando viajo, a Pituxa fica na casa da Gabriela\u201d, diz Sternberg. O casal se desdobra pelo bem da cadela. \u201cA gente se organiza muito para cuidar dela. Quando eu n\u00e3o posso passear, ele vai e vice-versa. \u00c9 como se fosse um filho para gente\u201d, afirma. <\/p>\n<p> Pituxa tamb\u00e9m \u00e9 um sucesso no Instagram. Sami criou um perfil para a mascote e j\u00e1 conta com 250 seguidores. O @vidadepituxa \u00e9 atualizado quase todos os dias. \u201cEle adora tirar fotos, postava coisas sobre a Pituxa todos os dias, ent\u00e3o eu dei a ideia de ele fazer um perfil somente para ela\u201d, conta Gabriela. <\/p>\n<p> Juntos h\u00e1 dois anos, eles n\u00e3o pretendem adotar mais pets por falta de espa\u00e7o. De acordo com o casal, a pequena tem um comportamento calmo. \u201cEla aprontava muito quando era filhote. Comia os m\u00f3veis e e bagun\u00e7ava bastante. Mas, hoje,&nbsp; \u00e9 calma e alegre\u201d, afirma Sami. <\/p>\n<p> \u00c9 poss\u00edvel um c\u00e3o ter v\u00e1rios donos e obedecer todos da mesma forma? De acordo com o adestrador Carlos J\u00fanior, o desafio \u00e9 vi\u00e1vel. A principal quest\u00e3o \u00e9 estabelecer um padr\u00e3o de comportamento para o pet. \u201cUm casal deve sempre manter a ordem e estabelecer o que deve ser feito para o bicho. Nada de um tirar a autoridade do outro, \u00e9 como se fosse uma crian\u00e7a mesmo\u201d, explica. <\/p>\n<p> Para garantir isso, \u00e9 preciso o casal participar junto da constru\u00e7\u00e3o do comportamento. Esse investimento pode valer \u00e0 pena, j\u00e1 que os animais podem at\u00e9 mesmo melhorar a vida a dois. Em 2013, um estudo da Universidade de Buffalo (Nova York, Estados Unidos) afirmou que a presen\u00e7a dos pets torna a vida a dois mais feliz. A pesquisa entrevistou 240 casais e descobriu que aqueles com c\u00e3o ou gato t\u00eam \u201cum relacionamento mais pr\u00f3ximo, est\u00e3o mais satisfeitos no casamento e respondem melhor ao estresse\u201d. <\/p>\n<p> Alguns bichinhos t\u00eam o perfil de c\u00e3es de fam\u00edlia, outros, de um dono s\u00f3. Os que vivem com apenas uma pessoa \u2014 geralmente os de origem oriental (akita e chow-chow, por exemplo) \u2014 adotam comportamento diferente. \u201cEsse tipo de c\u00e3o pode at\u00e9 ter uma conviv\u00eancia amig\u00e1vel com outras pessoas, mas sempre vai obedecer o \u2018preferido\u2019\u201d, explica o adestrador Carlos J\u00fanior. <\/p>\n<p> Os cachorros \u201cde fam\u00edlia\u201d (labrador, box, pastor-alem\u00e3o, por exemplo) tendem a respeitar todos os moradores da casa. \u201cA quest\u00e3o da autoridade est\u00e1 ligada com o jeito de se relacionar com o pet\u201d, afirma o adestrador. \u00c9 importante ressaltar que esse \u00e9 o padr\u00e3o de comportamento mais comum, mas existem exce\u00e7\u00f5es em todas as ra\u00e7as.   <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>da Revista do Correio Da disciplina \u00e0s despesas com alimenta\u00e7\u00e3o e veterin\u00e1rio, alguns casais dividem a tarefa de criar um pet H\u00e1 quase um ano, Sami e Gabriela dividem os cuidados com Pituxa foto Zuleika de Souza\/CB\/DA Press Ter um pet em casa \u00e9 muita responsabilidade. 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