{"id":64,"date":"2015-06-21T11:00:00","date_gmt":"2015-06-21T11:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/maisbichos\/2015\/06\/21\/dupla_dinamica\/"},"modified":"2015-06-21T11:00:00","modified_gmt":"2015-06-21T11:00:00","slug":"dupla_dinamica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/maisbichos\/dupla_dinamica\/","title":{"rendered":"Dupla din\u00e2mica"},"content":{"rendered":"<p>da Revista do Correio <\/p>\n<p>  Dizem que ter dois pets \u00e9 melhor do que um, porque eles se fazem companhia e d\u00e3o menos trabalho. Ser\u00e1 mesmo? <\/p>\n<div align=\"center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/wp-content\/uploads\/mais-bichos\/bf169fd4775275cfecfa14f16fb1d965.jpg\"> <\/p>\n<\/div>\n<p>  Keyla Queioz, com as filhas Beatriz e Victoria e as mascotes Charlote e Chanel: alegria em dobro.Foto Zuleika de Souza\/CB\/DA Press <\/p>\n<p>Sair de casa e deixar o animal de estima\u00e7\u00e3o sozinho pode ser um momento dif\u00edcil. Dependendo da rotina do dono, isso significa um dia inteiro de isolamento. Adquirir um outro pet \u00e9 uma op\u00e7\u00e3o para proporcionar companhia e melhorar o bem-estar dos bichos. A veterin\u00e1ria Gisele Cunha explica que algumas mascotes podem apresentam comportamentos ansiosos em momentos de solid\u00e3o. Como exemplo, ela cita o lamber excessivo das patas, que chega a provocar les\u00f5es (a chamada dermatite acral). A destrui\u00e7\u00e3o de objetos para chamar a aten\u00e7\u00e3o dos donos \u00e9 tamb\u00e9m frequente. &#8220;A introdu\u00e7\u00e3o de outro animal pode amenizar esses problemas. Os c\u00e3es nasceram para conviver em grupo&#8221;, aponta Gisele.  O novo membro da fam\u00edlia precisar\u00e1 de um tempo para se integrar. Deixe os animais se conhecerem, sem pressa. &#8220;Quando d\u00e1 errado, a culpa, geralmente, \u00e9 dos humanos, que criam expectativas, geram uma tens\u00e3o&#8221;, avisa a veterin\u00e1ria. Ela afirma que \u00e9 normal existirem alguns desentendimentos. &#8220;Muitas vezes, prender o focinho e rosnar s\u00e3o apenas express\u00f5es de hierarquia. Sempre vai ter um que quer ser \u2018chefe\u2019.&#8221; Gisele tamb\u00e9m recomenda ter cuidado para que o pet mais velho n\u00e3o se sinta desprezado. &#8220;N\u00e3o pode dar a impress\u00e3o de que ele deixou de ser amado. Tem que continuar dando aten\u00e7\u00e3o exclusiva para ele em alguns momentos. Por exemplo, passeando sozinho&#8221;, recomenda.  A fam\u00edlia da dona de casa Keyle Queiroz, 39 anos, ficava apreensiva em deixar sozinha Charlote, uma shih tzu de 1 ano e meio. &#8220;Ela fazia uma cara de triste. N\u00e3o sei quem ficava mais ansiosa, ela ou a gente&#8221;, descreve Keyle. Quando os pais de Charlote tiveram uma nova ninhada, a fam\u00edlia enxergou uma oportunidade. &#8220;N\u00e3o pensamos duas vezes, ficamos com uma das filhotes, a Chanel&#8221;, revela a estudante Beatriz Queiroz, 17, filha de Keyle. Ela lembra que a fam\u00edlia at\u00e9 se privava um pouco de sair para n\u00e3o deixar Charlote isolada.  Elas levavam paninhos com o cheiro da filhote para casa, a fim de que Charlote come\u00e7asse a se acostumar. O resultado foi positivo: hoje, elas brincam, dormem juntas, fazem companhia uma \u00e0 outra. Mas cada uma tem o seu espa\u00e7o. N\u00e3o dividem cama, vasilha e comida. De vez em quando, ambas visitam o restante da fam\u00edlia. Inclusive, o anivers\u00e1rio de um ano da ninhada de Charlote teve direto a festa com a presen\u00e7a dos pais e de outras tr\u00eas irm\u00e3s dela. O buf\u00ea incluiu caninos. &#8220;Foi maravilhoso&#8221;, define Keyle. A pr\u00f3xima festa deve ser ainda maior, pois vai incluir as irm\u00e3s mais novas, da ninhada em que Chanel veio ao mundo.  Al\u00e9m da op\u00e7\u00e3o de adquirir um novo amigo, o adestrador e comportamentalista canino Fernando Bosco aconselha a promover o enriquecimento ambiental: como colocar brinquedos, ossos e esconder a comida em diferentes lugares. S\u00e3o atividades para praticar na aus\u00eancia do dono, que diminuem a ociosidade. N\u00e3o \u00e9 preciso gastar muito, eles se divertem com pouco. &#8220;Uma simples garrafa pet pode ser o melhor presente para um cachorro&#8221;, indica Fernando.  A preocupa\u00e7\u00e3o com espa\u00e7o n\u00e3o \u00e9 determinante, desde que haja sa\u00eddas com o animal. &#8220;\u00c9 preciso ter uma rotina de atividade f\u00edsica di\u00e1ria&#8221;, aponta o adestrador, que aconselha tr\u00eas sa\u00eddas di\u00e1rias \u2014 duas breves e uma mais longa, para deixar o cachorro se exercitar. Tamb\u00e9m vale se planejar financeiramente. Os gastos podem dobrar: aumenta a quantidade de vacinas, de ra\u00e7\u00e3o etc.  Segundo Fernando Bosco, os cachorros podem apresentar ansiedade quando ficam sozinhos, principalmente se o dono der &#8220;excesso de mimo&#8221;, o que deixa o animal dependente. &#8220;Eles podem ter comportamentos destrutivos, automutila\u00e7\u00e3o, latir muito&#8221;, enumera. &#8220;\u00c9 importante tratar o animal como animal, e eles s\u00e3o muito bem cuidados assim. \u00c9 comum a \u2018humaniza\u00e7\u00e3o\u2019 do cachorro resultar em depend\u00eancia em rela\u00e7\u00e3o ao dono&#8221;, alerta. Tamb\u00e9m n\u00e3o se pode exagerar nas despedidas ou no momento de retornar \u00e0 casa. Aja com naturalidade. O cachorro percebe o comportamento diferente do dono e fica ansioso.  A escolha do novo companheiro  Especialista em comportamento canino, o adestrador Fernando Bosco recomenda adquirir animais de portes e idades compat\u00edveis. Assim, h\u00e1 menos chance de eles se machucarem. &#8220;Al\u00e9m disso, filhotes t\u00eam muita energia&#8221;, pontua Fernando, e podem acabar incomodando um c\u00e3o velhinho, que gosta de ficar quieto.   O temperamento do novo morador precisa ser levado em conta. Avalie se ele \u00e9 ciumento, se gosta de interagir com outros animais, se \u00e9 agitado. Um profissional pode ainda realizar testes para identificar a domin\u00e2ncia. A conviv\u00eancia entre dois dominantes ou dois submissos traz complica\u00e7\u00f5es adicionais. No primeiro caso, eles v\u00e3o ter disputas e, no segundo, eles podem copiar comportamentos indevidos um do outro. &#8220;Um c\u00e3o dominante ajuda a dar seguran\u00e7a, equil\u00edbrio para a matilha. Dois submissos podem ser inseguros e latir muito, por exemplo&#8221;, explica Fernando.  O adestrador aconselha a castrar os animais, mesmo que n\u00e3o seja um casal. O procedimento contribui para evitar brigas.&#8221;N\u00e3o \u00e9 rem\u00e9dio para agressividade, mas pode ajudar a diminuir. Nas f\u00eameas, traz estabilidade hormonal e controlar mudan\u00e7as de comportamento que ocorreriam no cio&#8221;, explica Fernando.  Mas n\u00e3o existem regras determinantes, \u00e9 poss\u00edvel que o relacionamento d\u00ea certo apesar das diferen\u00e7as. A companhia pode at\u00e9 ser de outra esp\u00e9cie, um gato, por exemplo. Nesse caso, s\u00e3o os felinos que &#8220;mandam&#8221; na rela\u00e7\u00e3o. &#8220;Se o gato n\u00e3o se sentir \u00e0 vontade, por ser uma presa, ele tende a fugir. Mas c\u00e3es e gatos podem conviver em harmonia&#8221;, afirma Fernando.  O vira-lata Luke se deu muito bem com dois gatinhos. Eles foram adotados pela fam\u00edlia da servidora p\u00fablica Rosana Baioco. Em janeiro, o filho mais velho dela, Estevam Silva, 25 anos, encontrou tr\u00eas filhotes de gato dentro de uma caixa de papel\u00e3o na rua. Ele levou para o apartamento da fam\u00edlia, que seria um lar tempor\u00e1rio, mas virou definitivo. Eles ficaram com dois gatos, Stacey e J\u00fanior, o terceiro foi para outra pessoa. &#8220;Acabei me apegando&#8221;, justifica Rosana. E o cachorro Luke tamb\u00e9m gostou dos novos amigos. &#8220;Eles se adaptaram; aparentam estar felizes. O Luke \u00e9 muito cuidadoso com os gatos&#8221;, revela a servidora.  Ela lembra que n\u00e3o houve tanto sucesso quando Luke teve a companhia de filhotes de cachorro, que ficaram na casa de Rosana at\u00e9 serem adotados. Com 11 anos, Luke prefere um ambiente tranquilo. &#8220;Ele ficou nervoso. Os filhotes ficavam em cima, perturbavam demais ele&#8221;, descreve. Rosana destaca ainda que os felinos d\u00e3o pouco trabalho. &#8220;Eles mesmos se limpam e n\u00e3o precisam sair para passear.&#8221; Rosana recomenda que as pessoas prefiram adotar um novo pet em vez de compr\u00e1-los. &#8220;H\u00e1 animais de v\u00e1rios portes e comportamentos para ado\u00e7\u00e3o. As entidades de prote\u00e7\u00e3o aos animais conseguem indicar a melhor op\u00e7\u00e3o para cada pessoa&#8221;, incentiva.  Keyla Queioz, com as filhas Beatriz e Victoria e as mascotes Charlote e Chanel: alegria em dobro  Dizem que ter dois pets \u00e9 melhor do que um, porque eles se fazem companhia e d\u00e3o menos trabalho. Ser\u00e1 mesmo?  Sair de casa e deixar o animal de estima\u00e7\u00e3o sozinho pode ser um momento dif\u00edcil. Dependendo da rotina do dono, isso significa um dia inteiro de isolamento. Adquirir um outro pet \u00e9 uma op\u00e7\u00e3o para proporcionar companhia e melhorar o bem-estar dos bichos. A veterin\u00e1ria Gisele Cunha explica que algumas mascotes podem apresentam comportamentos ansiosos em momentos de solid\u00e3o. Como exemplo, ela cita o lamber excessivo das patas, que chega a provocar les\u00f5es (a chamada dermatite acral). A destrui\u00e7\u00e3o de objetos para chamar a aten\u00e7\u00e3o dos donos \u00e9 tamb\u00e9m frequente. &#8220;A introdu\u00e7\u00e3o de outro animal pode amenizar esses problemas. Os c\u00e3es nasceram para conviver em grupo&#8221;, aponta Gisele.  O novo membro da fam\u00edlia precisar\u00e1 de um tempo para se integrar. Deixe os animais se conhecerem, sem pressa. &#8220;Quando d\u00e1 errado, a culpa, geralmente, \u00e9 dos humanos, que criam expectativas, geram uma tens\u00e3o&#8221;, avisa a veterin\u00e1ria. Ela afirma que \u00e9 normal existirem alguns desentendimentos. &#8220;Muitas vezes, prender o focinho e rosnar s\u00e3o apenas express\u00f5es de hierarquia. Sempre vai ter um que quer ser \u2018chefe\u2019.&#8221; Gisele tamb\u00e9m recomenda ter cuidado para que o pet mais velho n\u00e3o se sinta desprezado. &#8220;N\u00e3o pode dar a impress\u00e3o de que ele deixou de ser amado. Tem que continuar dando aten\u00e7\u00e3o exclusiva para ele em alguns momentos. Por exemplo, passeando sozinho&#8221;, recomenda.  A fam\u00edlia da dona de casa Keyle Queiroz, 39 anos, ficava apreensiva em deixar sozinha Charlote, uma shih tzu de 1 ano e meio. &#8220;Ela fazia uma cara de triste. N\u00e3o sei quem ficava mais ansiosa, ela ou a gente&#8221;, descreve Keyle. Quando os pais de Charlote tiveram uma nova ninhada, a fam\u00edlia enxergou uma oportunidade. &#8220;N\u00e3o pensamos duas vezes, ficamos com uma das filhotes, a Chanel&#8221;, revela a estudante Beatriz Queiroz, 17, filha de Keyle. Ela lembra que a fam\u00edlia at\u00e9 se privava um pouco de sair para n\u00e3o deixar Charlote isolada.  Elas levavam paninhos com o cheiro da filhote para casa, a fim de que Charlote come\u00e7asse a se acostumar. O resultado foi positivo: hoje, elas brincam, dormem juntas, fazem companhia uma \u00e0 outra. Mas cada uma tem o seu espa\u00e7o. N\u00e3o dividem cama, vasilha e comida. De vez em quando, ambas visitam o restante da fam\u00edlia. Inclusive, o anivers\u00e1rio de um ano da ninhada de Charlote teve direto a festa com a presen\u00e7a dos pais e de outras tr\u00eas irm\u00e3s dela. O buf\u00ea incluiu caninos. &#8220;Foi maravilhoso&#8221;, define Keyle. A pr\u00f3xima festa deve ser ainda maior, pois vai incluir as irm\u00e3s mais novas, da ninhada em que Chanel veio ao mundo.  Al\u00e9m da op\u00e7\u00e3o de adquirir um novo amigo, o adestrador e comportamentalista canino Fernando Bosco aconselha a promover o enriquecimento ambiental: como colocar brinquedos, ossos e esconder a comida em diferentes lugares. S\u00e3o atividades para praticar na aus\u00eancia do dono, que diminuem a ociosidade. N\u00e3o \u00e9 preciso gastar muito, eles se divertem com pouco. &#8220;Uma simples garrafa pet pode ser o melhor presente para um cachorro&#8221;, indica Fernando.  A preocupa\u00e7\u00e3o com espa\u00e7o n\u00e3o \u00e9 determinante, desde que haja sa\u00eddas com o animal. &#8220;\u00c9 preciso ter uma rotina de atividade f\u00edsica di\u00e1ria&#8221;, aponta o adestrador, que aconselha tr\u00eas sa\u00eddas di\u00e1rias \u2014 duas breves e uma mais longa, para deixar o cachorro se exercitar. Tamb\u00e9m vale se planejar financeiramente. 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Assim, h\u00e1 menos chance de eles se machucarem. &#8220;Al\u00e9m disso, filhotes t\u00eam muita energia&#8221;, pontua Fernando, e podem acabar incomodando um c\u00e3o velhinho, que gosta de ficar quieto.   O temperamento do novo morador precisa ser levado em conta. Avalie se ele \u00e9 ciumento, se gosta de interagir com outros animais, se \u00e9 agitado. Um profissional pode ainda realizar testes para identificar a domin\u00e2ncia. A conviv\u00eancia entre dois dominantes ou dois submissos traz complica\u00e7\u00f5es adicionais. No primeiro caso, eles v\u00e3o ter disputas e, no segundo, eles podem copiar comportamentos indevidos um do outro. &#8220;Um c\u00e3o dominante ajuda a dar seguran\u00e7a, equil\u00edbrio para a matilha. Dois submissos podem ser inseguros e latir muito, por exemplo&#8221;, explica Fernando.  O adestrador aconselha a castrar os animais, mesmo que n\u00e3o seja um casal. O procedimento contribui para evitar brigas.&#8221;N\u00e3o \u00e9 rem\u00e9dio para agressividade, mas pode ajudar a diminuir. Nas f\u00eameas, traz estabilidade hormonal e controlar mudan\u00e7as de comportamento que ocorreriam no cio&#8221;, explica Fernando.  Mas n\u00e3o existem regras determinantes, \u00e9 poss\u00edvel que o relacionamento d\u00ea certo apesar das diferen\u00e7as. A companhia pode at\u00e9 ser de outra esp\u00e9cie, um gato, por exemplo. Nesse caso, s\u00e3o os felinos que &#8220;mandam&#8221; na rela\u00e7\u00e3o. &#8220;Se o gato n\u00e3o se sentir \u00e0 vontade, por ser uma presa, ele tende a fugir. Mas c\u00e3es e gatos podem conviver em harmonia&#8221;, afirma Fernando.  O vira-lata Luke se deu muito bem com dois gatinhos. Eles foram adotados pela fam\u00edlia da servidora p\u00fablica Rosana Baioco. Em janeiro, o filho mais velho dela, Estevam Silva, 25 anos, encontrou tr\u00eas filhotes de gato dentro de uma caixa de papel\u00e3o na rua. Ele levou para o apartamento da fam\u00edlia, que seria um lar tempor\u00e1rio, mas virou definitivo. Eles ficaram com dois gatos, Stacey e J\u00fanior, o terceiro foi para outra pessoa. &#8220;Acabei me apegando&#8221;, justifica Rosana. E o cachorro Luke tamb\u00e9m gostou dos novos amigos. &#8220;Eles se adaptaram; aparentam estar felizes. O Luke \u00e9 muito cuidadoso com os gatos&#8221;, revela a servidora.  Ela lembra que n\u00e3o houve tanto sucesso quando Luke teve a companhia de filhotes de cachorro, que ficaram na casa de Rosana at\u00e9 serem adotados. Com 11 anos, Luke prefere um ambiente tranquilo. &#8220;Ele ficou nervoso. Os filhotes ficavam em cima, perturbavam demais ele&#8221;, descreve. Rosana destaca ainda que os felinos d\u00e3o pouco trabalho. &#8220;Eles mesmos se limpam e n\u00e3o precisam sair para passear.&#8221; Rosana recomenda que as pessoas prefiram adotar um novo pet em vez de compr\u00e1-los. &#8220;H\u00e1 animais de v\u00e1rios portes e comportamentos para ado\u00e7\u00e3o. As entidades de prote\u00e7\u00e3o aos animais conseguem indicar a melhor op\u00e7\u00e3o para cada pessoa&#8221;, incentiva.   <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>da Revista do Correio Dizem que ter dois pets \u00e9 melhor do que um, porque eles se fazem companhia e d\u00e3o menos trabalho. Ser\u00e1 mesmo? 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