Do Correio Braziliense – Como o Correio noticiou nesta quarta-feira (14/9), o Itamaraty aceitou 25 recursos de candidatos que se inscreveram pelas cotas raciais para concorrer no concurso de admissão à carreira diplomática. Ao todo, 47 pessoas foram provisoriamente eliminadas pela comissão responsável por verificar a autodeclaração dos que concorriam por cotas, mas três não entraram com recurso contra a decisão.
Entre os que tiveram a autodeclaração rejeitada na Comissão de Verificação, sete haviam sido beneficiados pelo Programa de Ação Afirmativa do Instituto Rio Branco, que concede uma bolsa de R$ 25 mil para custeio de estudos preparatórios a pessoas que se declaram negras. O edital para concorrer ao apoio financeiro exigia que os candidatos, após passarem por uma prova objetiva, se submetessem a entrevista técnica, como etapa de caráter eliminatório e classificatório. Agora, 60 pessoas seguem no concurso do Ministério das Relações Exteriores (MRE) para concorrer às seis vagas reservadas para cotas raciais.
Os recursos impetrados pelos candidatos foram analisados por uma nova banca composta por membros diferentes da comissão responsável pela primeira verificação. Agora, o concurso seguirá para a segunda fase. No sábado, serão aplicadas provas de língua inglesa e história do Brasil. A candidata Rebeca Silva Melo, 23 anos, se tranquilizou ao ter o recurso aceito, mas teme as etapas seguintes do concurso. “Perdemos uma semana inteira nesse drama. Não consegui estudar e isso não será restituído. Por ser um concurso competitivo, é prejudicial não manter o ritmo de estudo neste momento”, lamentou.
Despreparo
Para o diretor executivo da ONG Educafro, Frei David Santos, a quantidade de pessoas reconduzidas é um fato inusitado. Na opinião dele, existem problemas na preparação técnica dos integrantes das bancas. “É um absurdo sem tamanho que o mesmo órgão, o Itamaraty, tenha comissões com visões diferentes. O número de recursos aceitos mostra que algo está mal trabalhado”, argumentou.
Ele afirmou que a Educafro continuará acompanhando as próximas etapas do certame para avaliar a decisão da comissão que julgou os recursos. “A primeira banca tinha a preocupação de colorir os corredores do Itamaraty com pessoas negras. Só saberemos se a comissão responsável pela revisão teve o mesmo pensamento quando forem anunciados os seis candidatos para ocuparem as vagas. Se forem todos ou a maioria pardos-brancos, vamos entrar na Justiça”, ressaltou.
Leia mais: Eliminados recebiam R$ 25 mil para concorrer pelas cotas raciais
O Itamaraty não se posicionou sobre a divulgação do resultado dos recursos. O órgão federal informou, por nota, que existem diferenças de critérios de seleção de candidatos negros entre o concurso para diplomatas e o Programa de Ação Afirmativa. Eles ressaltam que, na entrevista para concorrer às bolsas, “a experiência como negro é apenas um dos seis critérios analisados”.


51 thoughts on “Itamaraty aceita 25 recursos de candidatos que se inscreveram por cotas raciais”
E assim caminha o Brasil para se tornar um dos países mais racistas do mundo, disseminando o ódio generalizado por uma suposta dívida histórica.
A se tornar racista? Realmente, você desconhece o que é o racismo.
E você acha que isso aí é o ideal? Todo mundo brigando pra decidir quem é ou quem não é negro?
O que está em jogo aqui, meu caro, não é brigar meramente por ser ou não negro. Mesmo porquê, há interesses envolvidos, afinal, quem iria querer se considerar como negro em um país em que há gente que acha que o racismo começou com a lei de cotas? Não havia racismo antes? Por favor, seja razoável.
A questão é que há critérios objetivos em se determinar a aplicação de medidas afirmativas. Em outras situações, não haveria isso, mas também não haveria negros ocupando altos postos da administração pública federal. Basta ver a atual ON 3/16 expedida pelo MDOG (antigo Ministério do Planejamento). E te digo mais, eu passei em concurso por cota de negro. E vi dois que eram brancos tentando se passar por tal. Falo que é bem mais complicada a aprovação por cotas, porque uma vez desconsiderado como tal, a pessoa é sumariamente desclassificada do certame.
“quem iria querer se considerar como negro”..
Ué, você mesmo respondeu a questão. Quer quer levar “vantagem”, já que o critério é subjetivo, e tem muito “branco” se autodeclarando negro.
Eu não falei que não existia racismo antes. O Problema é que até quem não ligava pro assunto antes começa a ficar emputecido porque, pra variar, tem gente tentando levar vantagem.
Sabia que aprovaram vaga especial pra grávidas em alguns estados? E que os advogados querem vaga especial em frente a prédios públicos, porque estão trabalhando “pelo bem maior e pelo direito das pessoas”? E que estão tentando implementar cotas na pós graduação na Universidade de Brasília, para transexuais?
Enquanto cada um quiser advogar em causa própria só o que se vai criar é mais e mais segregação.
Verdade seja dita!!
Mas o que há de errado em lutar pelos seus direitos e prerrogativas? Não é por isso que elegemos deputados e senadores? Eles são porta-vozes daqueles que representam seus interesses. Isso faz a democracia. É simples. No Direito isso tem um nome, chama-se Direitos Individuais Homogêneos. E é perfeitamente legítimo, você goste ou não disso.
Não há nada de errado em lutar pelos “direitos”, até porquê é difícil definir exatamente o que é “direito”, não né? Porque paga imposto? Todos Pagamos. Porque nasceu Brasileiro? Todos aqui, creio eu, nascemos. Eu não tenho nem nunca tive escravos, não me vejo obrigado a pagar nenhuma “divida histórica”. Então é assim mesmo que funciona: cada um corre atrás do seu e seja o que Deus quiser.
Você não acha estranho que em uma nação de 51% de negros haja 30% no setor público e majoritariamente em cargos de nível médio e fundamental e em municípios? Na esfera federal, há poucos sobretudo nos cargos de nível superior. Então, é para corrigir uma distorção histórica que há na formação do povo brasileiro. Cotas não se pretendem eternas. Se você é contra, então é contra que mulheres sejam tidas como parte mais vulnerável economicamente em ações judiciais de separação. Ou mesmo é contra leis que pretendem endurecer penas para crimes contra a mulher. O raciocínio é análogo.
Não é porque você não teve escravo ou etc que não há dívida histórica. Aliás, uma coisa nada tem a ver com outra.
Diego, eu me considero negro, por ser bisneto de um negro com uma índia, mas não passaria nos critérios do TRIBUNAL RACIAL criado pelo Governo Lula/Dilma. Mas, se eu pisar no RS, SC, PR ou na Europa, EUA, com certeza serei identificado imediatamente como descendente de negro.
E se há pessoas tentando burlar o esquema, simples: que arque com as penas da Lei. Afinal, quem tenta uma vaga no serviço público se utilizando de prerrogativas de que não possui já se prova corrupto antes de ter o poder.
Conheço caso de gente que tem pino na perna e entrou como deficiente. Sempre vai ter gente tentando se dar bem e gente tentando burlar o sistema.
NÃO HÁ CRITÉRIOS OBJETIVOS PARA DEFINIR FENÓTIPO!!!!! O que é negro para um, é pardo-branco para outro. Só há critérios objetivos GENÉTICOS!!!!!!!!
Fenótipo é Genótipo e ambiente. Fenótipo é definido por critérios genéticos. Você acabou de confirmar isso.
Amigo, já viu gente se bronzeando? fazendo dread? já viu que um “branco” na Bahia por vezes é considerado “negro” no RS? Entendeu pq o fenótipo não é objetivo?
É só usar de honestidade intelectual.
Marcio, é verdade. Aqui mesmo em Brasília, a UnB incluiu um rapaz em cota racial, mas reprovou o irmão idêntico do mesmo no mesmo critério.
AC2016, excelente comentário.
Na UnB, há diversos negros cotistas, alguns, que, mesmo sendo de classe média-alta, utilizaram-se das cotas raciais para ingressarem ali. Um desses, morador do Lago Sul, é estudante de Direito.
Excelente ponto a ser discutido. Aí ele teve a mesma educação da chamada “elite branca” e vai concorrer nas cotas com os negros pobres de educação pública precária. Super justo né?
Medidas injustas não podem gerar resultados justos, não é?
……e que tem que ser paga !!!! é muito fácil deixar pra lá e deixar que o futuro concerte as coisas normalmente ……. ! ! ! agora tem meia duzia de malandros que querem pular a cerca pra se dar bem ???? …..o critério é simples ….. tem que ser preto e acabou !!!! essa de país afrodescedente , meu tataravô era negro, entre outras batidas
é desculpa !!! à favor das cotas sempre !!!!
E que vai decidir quem é “negro o suficiente” para usufruir de cotas?
o olho e a pele !
E se ele achar que é, e a banca achar que não É?
That’s the point. Tudo caminha para a criação de um tribunal racial.
há uma clara diferença entre quem é negro ou não basta olhar e ver. Não existe mulato (conceito arcaico dos anos 80, 70, 60, …) agora querer se aproveitar disso pra se dar bem na vida tem um nome: picaretagem !
Concordo com seu argumento, mas alguém vai ter que arbitrar isso, pois como bem sabemos, picaretagem é coisa corriqueira na atualidade.
com certeza !!! pessoas dos grupos de minorias em questão (negros, indios, quilombolas, etc.) comporiam a banca, porque como se sabe, os negros estão em minoria: seja nas bancas, no congresso, S.T.F., outros tribunais, no mercado de trabalho, etc
O fenótipo não é objetivo, não dá para julgar alguém racialmente, isso é um absurdo. Tribunal racial foi visto pela última vez na história no nacional socialismo.
Amigo, já viu gente se bronzeando? fazendo dread? já viu que um “branco” na Bahia por vezes é considerado “negro” no RS? Entendeu pq o fenótipo não é objetivo?
Quer critério objetivo? Cota social! Por que não privilegiar os POBRES? Defender apenas uma cor, independente de haver pobres em outras é uma discriminação absurda.
Aliás, como há mais pobre entre os negros, seria a forma mais coerente de inclusão.
…..sou negro (pele escura e dreads), se alguma banca não me aceitasse tenho que dizer é racismo puro ! Agora há uma zona de incerteza e de certeza, mas esses são exceções. Gostaria de ver o rosto desses aprovados na primeira lista pra saber se todos são exceções (é muita coincidência)
critério simplesmente objetivo !
Como assim? e se a banca não te considerar negro, vai continuar defendendo isso? O que é o “pardo-branco” que o Frei David rejeita? Dá um tempo, leia um pouco de Demétrio Magnoli, verá que isso é um absurdo!
Isso é sério?
Ô se é.. daqui a pouco vamos ter um tribunal pra decidir quem é negro e quem não é.
Tinha outro cara que gostava de fazer essas avaliações das características físicas para definir quem tinha direitos ou não… um tal de Hitler… Se esse separatismo continuar nesse ritmo de expansão, em poucos anos vamos ter um novo apartheid só que em terras lusitanas…
Essa é a questão…. não tem como definir quem é ou deixa de ser negro. Daqui a pouco teremos um Superior Tribunal Racial pra decidir essas questões. Já pensou que “beleza” vai ser isso?
Não dá idéia que a oab e os adevaogado junto om o congresso alugado aprovam isso com a justificativa de combater o golpe de 64. heheh
Amigo, sem querer te assustar, mas já existe… 0_0
Quem faz a avaliação dos candidatos cotistas é uma espécie de “banca examinadora especialista em assuntos raciais”
O cara vai entrar na justiça contra os “pardos-brancos” kkkkkkk esse cidadão é o mais racista de todos, se ele mesmo fala que são pardos , então eles têm direito .
E aí entra o X da questão.. era esse o objetivo? Branco X Negro, Negro X Pardo?
Quem vai decidir o que é certo ou errado? Quem vai decidir quem é mais negro que o outro?
E exatamente isso. O “frei” diz que pardo não é negro e não merece cota. O engraçado é que, mesmo sem qq critério, ele diz saber quem pode e quem não pode ser considerado negro, mas o pessoal da banca não pode fazer o mesmo. Ou seja, ele tem vasta experiência em uma ciência que não existe, sendo tb o criador dela.
“Eu tenho um sonho que meus quatro pequenos filhos um dia viverão em uma nação onde não serão julgados pela cor da pele, mas pelo conteúdo do seu caráter. Eu tenho um sonho hoje.”
Martin Luther King há 50 anos
Vai rolar não.. agora é julgado pela cor, pela opção sexual, pela religião que professa…
O Frei David é um radical raivoso. A raiva, em vez de ajudar, só atrapalha.
Num país como o Brasil em que houve vasta miscigenação, com a população de miscigenados muitas vezes superior à população de pretos puros, é óbvio que a inclusão de pardos nas cotas iria gerar polêmica.
Num primeiro momento, as cotas só deveriam contemplar pretos puros. Porém, a cota não poderia ser 20%, visto que a população de pretos no Brasil é cerca de 8,5%.
O Frei David jogou politicamente incluindo os pardos para se ter uma cota de 20% e agora está enfrentando o ônus dessa decisão.
Putz! Fiquei preocupado. O Márcio da Silva, que pensa diametralmente oposto a mim, gostou do que escrevi.
Márcio da Silva, só para esclarecer, eu acho que deve existir cotas e aprovo as cotas. Só faço críticas em relação ao modo raivoso como o Frei David está tratando o assunto. Acredito que a raiva não ajuda, além de atrapalhar.
Além disso, acho que a inclusão de pardos nas cotas aumentou o tamanho da polêmica. Se eu fosse o legislador, criaria cotas só para pretos puros.
Entretanto, não sou reacionário. Não é porque a coisa não é do jeito que eu gostaria que fosse que serei contra. Vou aguardar o resultado torcendo para que seja positivo.
Fui…
País fascista. Mas e a pergunta que não quer calar: Temer Golpista vai vetar ou não vai vetar o aumento de 47 e 67% ao Judiciário, MP e Defensoria, respectivamente? Tá escamoteando pra quê?! Ainda negocia sua não cassação no TSE? Seria isso? E/ou seria a desaceleração da Lava Jato, no quesito PMDB? Cuidado Nosferatu, pois o PSDB vai te dar uma rasteira hein. Melhor não dar o aumento. Até porque 47 e 67%, em tempos de restrições e cortes sociais, seria uma “temeridade”. Traidor que trai traidor tem 100 anos de perdão.
E viva o governo esquerdista: agora temos uma comissão para nos dizer o que somos!
No nazismo não tinham isto para estabelecer quem de fato era oriundo da “raça pura”?
Triste retrocesso de um povo cada vez mais manipulado e desinformado.
Agora quem manda é a ONG Educafro! Ela que sabe quem é preto e pardo?
A ESAF fez pior. Ela eliminou “pardo-pardo” e “pardo-preto” e classificou vários “pardo-brancos”. Virou trem da alegria essa etapa.
só quem vive o racismo cotidiano é quem pode opinar sobre o assunto …… do contrário ninguem sabe nada…..e principalmente querer considerar só pq fulano mora no lago sul….. e daí ??? dizer que só pq 5% se deram bem, num grupo de 100% através do simples esforço tem um nome: meritocracia. Não apoie essa ideia !
O “tribunal” que avalia a “raça” das pessoas do país mais miscigenado do mundo está dando problemas? Por que será?
Pelo amor de Deus, políticos, leiam um pouco de Demétrio Magnoli!
Não é possível que estamos vivendo esse momento, discriminação racial institucionalizada pelo Estado! Não podemos obrigar o enquadramento dos cidadãos em raças!
Cota racial é política populista que tem como único intuito a perpetuação no poder de determinada classe política que se diz defensora dos direitos humanos. Todavia é claro o intuito, quando percebemos ao invés de investir maciçamente em educação básica, privilegia poucos e mantém o status quo da maioria.
De fato, implantar um sistema de cotas raciais, num país onde o grau de mestiçagem é altíssimo, como o Brasil, é ilógico. Aqui não é Estados Unidos. É só verificar o caso emblemático dos irmãos gêmeos, em que um foi considerado negro e o outro não pela Unb.
A solução, agora, é um tribunal racial, onde terceiros irão definir a tua raça? Já vi isso antes, em um momento tenebroso da história mundial, não foi bom. Quer dizer, você pode se achar pardo, mas se no dia da entrevista estiver mais pálido de nervoso, ou mesmo alguém não for com a tua cara, você poderá ser “sentenciado” como branco? Há um certo movimento que inclusive defende a criminalização dos que “fraudarem” as cotas.
A tal “comissão de verificação com relação à autodeclaração” parece aqueles órgãos nazistas que verificavam o fenótipo de supostos judeus! É absurdo. E quem disse isso não fui eu, mas o Procurador Cabeleira, que usou esse mesmo exemplo.
E os casos em que a família inteira é negra/parda e o filho nasce branco? Quer dizer, a pessoa teve todas as condições sociais de uma família negra, todavia, não poderia, em tese, concorrer às vagas.
O ideal seria um critério puramente social, onde a inclusão de mais pessoas negras e pardas, que realmente não tiveram condições de estudos, seriam automaticamente beneficiadas.
Pelo sistema atual, na questão de inclusão racial, somente os negros e pardos com condições sociais melhores têm oportunidade. O pobre, independente da raça, será excluído.
Nivela por cima, não inclui os mais pobres. É mudar para continuar tudo igual.
Em suma, o sistema não inclui satisfatoriamente, haja vista casos como o do Itamaraty, negros e pardos, não inclui pobres, não funciona!!!
Por vias tortas, o racisno nunca foi tão discutido no Brasil.Que assim seja, vamos lavar nossa roupa suja.
bom……só quem vive o racismo no dia a dia….no mercado, nas ruas, em todo lugar que sabe o que é isso…dizer que não há um divida histórica …… ou é cego, ou finge que não vê…..”eu nunca tive escravos ” é demais né!?….mas tenho certeza que seu tataravô teve….. enquanto seus filhos iam pra capital as custas do sangue dos negros que trabalhavam feito cachorros pra ele…… e o que vc acha que aconteceu com os escravos no dia seguinte da escravidão……na casa grande nada mudou….e pros escravos ? continuaram escravos ……. e continuam escravos até hoje …….. já disse…..vamos deixar pra que os anos daqui pra frente resolvam, se até agora não resolveram, o futuro resolverá ! a gente vai ficar nessa lenga lenga aqui pq a senzala mudou o nome pra favela e lá todo mundo está lá (tomando bala perdida, vendo os filhos negros morrendo na mão de policiais incocentes) porque não faz esforço pra sair de lá. Vamos lá gente, isso tudo que vocês estão dizendo é pura hipocrisia ! e ainda digo mais falta muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuita empatia pra vocês que apoiam de forma negativa tudo o que está sendo dito, e ainda encontrando justificativas falhas.