CBNFOT270920161055 Foto: Elza Fiuza/Agência Brasil

Cármen Lúcia quer reavaliar as regras para concursos de magistrados

Publicado em Magistratura

Em sua primeira sessão plenária como presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a ministra Cármen Lúcia, que também está à frente no Supremo Tribunal Federal (STF), já deu seu recado sobre os concursos públicos para magistratura e quer desde já mudanças. “Precisamos estar atentos, a meu ver, não apenas quanto ao aperfeiçoamento, mas quanto aos concursos que eu quero ainda neste início de trabalhos nessa gestão começar e chegar a um consenso sobre a questão dos concursos para magistratura no Brasil. Eu não quero que alguém se forme em ética depois, eu quero que quem concorra tenha condições éticas”, declarou.

 

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A intenção é que a atuação do Conselho seja mais racional e eficiente, para que possa de fato contribuir para a melhoria da prestação jurisdicional. “O cidadão brasileiro pede, espera e nos paga para que a gente dê eficiência naquilo que é a nossa finalidade: prestar bem a jurisdição, dispor de condições para que os juízes possam prestar a jurisdição e que este trabalho seja voltado para a implementação e o cumprimento da Constituição e das leis da República”, explicou.

 

 

* Com informações do CNJ.

One thought on “Cármen Lúcia quer reavaliar as regras para concursos de magistrados

  1. Eu não quero que alguém se forme em ética depois, eu quero que quem concorra tenha condições éticas”, declarou. O que quer dizer? Ética tem o ladrão, o político corrupto. Ela como a maioria do povo brasileiro, que segue o exemplo do Faustão, confunde ética e moral. Ética é um posicionamento, um questionamento sobre normas morais. Como disse Cortella é responder as três questões: quero, posso e devo. Não existe código de ética, embora a OAB e outros conselhos assim o estatuem. Ética não é normativa e tem normas é moral. O mais engraçado é sempre depois que passamos em determinado concurso ou fase, falamos que devemos melhorar. Vemos um bando de Ministros como o antigo da Educação que nunca foi professor de verdade, falar em reforma e colocar a nota do Enade, para coagir o aluno. Agora, vem esse Temer, que até pode ter sido professor de Universidade, mas é bem diferente alfabetizar e ensinar no nível fundamental e médio. Na faculdade o aluno finge que estuda e o professor finge que ensina. Na UNB, esses caras jogam matéria e mais matéria, sem se preocupar se alguém está aprendendo. Como disse o meu professor de Macroeconomia certa vez, não ligo para didática nem sei o que é isso, faço do jeito que eu quero.

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