{"id":14271,"date":"2020-06-29T07:13:39","date_gmt":"2020-06-29T10:13:39","guid":{"rendered":"http:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/?p=14271"},"modified":"2020-06-29T07:13:39","modified_gmt":"2020-06-29T10:13:39","slug":"entrevista-priscila-assum","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/entrevista-priscila-assum\/","title":{"rendered":"Atriz de Reality Z, Priscila Assum provoca: \u201cQue apocalipse zumbi \u00e9 esse que estamos vivendo?\u201d"},"content":{"rendered":"<h3>Int\u00e9rprete da ambiciosa B\u00e1rbara da s\u00e9rie <em>Reality Z<\/em>, atriz Priscila Assum fala ao Pr\u00f3ximo Cap\u00edtulo sobre a experi\u00eancia de estrelar uma s\u00e9rie zumbi e sobre os planos para depois da pandemia<\/h3>\n<p>Na s\u00e9rie <a href=\"http:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/reality-z-da-netflix-nao-convence-ao-unir-zumbis-e-critica-social\/\"><strong><em>Reality Z<\/em>, produ\u00e7\u00e3o nacional da Netflix<\/strong><\/a>, o Rio de Janeiro enfrenta um apocalipse zumbi enquanto B\u00e1rbara se refugia no programa Olimpo, esp\u00e9cie de <em>Big brother Brasil<\/em>. Ela realiza o sonho de estar ali, numa atra\u00e7\u00e3o televisiva, mesmo com o mundo literalmente acabando. Fantasia total?<\/p>\n<p>Nem tanto. A atriz Priscila Assum, que vive B\u00e1rbara nesse misto de drama e aventura, reflete que estamos vivendo um apocalipse, s\u00f3 que sem os monstros da fic\u00e7\u00e3o. \u201cAcho que esse modelo de sociedade que vivemos atualmente est\u00e1 \u00e0 beira do caos e que esse nosso colapso de uma certa forma est\u00e1 espelhado nesse mote de apocalipse zumbi. Que apocalipse zumbi \u00e9 esse que estamos vivendo? podemos nos perguntar\u201d, provoca a atriz, em entrevista ao <strong>Pr\u00f3ximo Cap\u00edtulo<\/strong>.<\/p>\n<p>\u201cO texto (da s\u00e9rie) aborda muitos temas atuais, reflexo dos tempos que estamos vivendo. Como a disputa pelo poder, a falta de di\u00e1logo, n\u00e3o h\u00e1 mais escuta, todos tentam fazer com que suas id\u00e9ias prevale\u00e7am sobre a dos outros\u201d, continua.<\/p>\n<p>Fora da s\u00e9rie, Priscila confessa que n\u00e3o era uma f\u00e3 de atra\u00e7\u00f5es com zumbis, mas, por indica\u00e7\u00f5es de amigos se rendeu a <em>The walking dead<\/em> e aprovou. Os reality shows em que as pessoas ficam confinadas numa casa tamb\u00e9m n\u00e3o eram os preferidos de Priscila. Mas a pandemia de covid-19 pregou uma pe\u00e7a na atriz e, isolada socialmente, ela se viu envolvida pelo <em>BBB<\/em> deste ano.<\/p>\n<p>\u201cLogo nas primeiras semanas do programa entramos em quarentena por causa da pandemia e acabamos atra\u00eddos por aquelas pessoas que de uma certa forma estavam na mesma situa\u00e7\u00e3o de confinamento. Acho que rolou uma empatia. Comecei a acompanhar pra ver o parceiro de profiss\u00e3o e amigo Babu e, no final, estava super envolvida com todas as quest\u00f5es relevantes que foram debatidas dentro da casa e, consequentemente, fora dela\u201d, conta a atriz, avisando logo e aos risos que ela n\u00e3o participaria de um <em>BBB<\/em>. Deixa esse milh\u00e3o para a B\u00e1rbara!<\/p>\n<h2>Entrevista\/\/ Priscila Assum<\/h2>\n<figure id=\"attachment_14272\" aria-describedby=\"caption-attachment-14272\" style=\"width: 1200px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2020\/06\/assum2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-14272\" src=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2020\/06\/assum2.jpg\" alt=\"Atriz Priscila Assum\" width=\"1200\" height=\"650\" srcset=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2020\/06\/assum2.jpg 1200w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2020\/06\/assum2-300x163.jpg 300w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2020\/06\/assum2-768x416.jpg 768w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2020\/06\/assum2-1024x555.jpg 1024w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2020\/06\/assum2-550x298.jpg 550w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2020\/06\/assum2-230x125.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-14272\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Ricardo Penna\/Divulga\u00e7\u00e3o. Priscila Assum n\u00e3o entraria num reality, como BBB<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong><em>Reality Z<\/em> \u00e9 uma s\u00e9rie de zumbis, que \u00e9 quase um g\u00eanero entre as s\u00e9ries. Voc\u00ea gosta desse tipo de produ\u00e7\u00e3o?<\/strong><br \/>\nTenho amigos que curtem muito e me indicaram <em>The walking dead<\/em> e lembro que curti bastante. Adoro diversificar o quanto posso um trabalho do outro. Por isso quando fui chamada pra fazer <em>Reality Z<\/em> fiquei super curiosa pra saber como seria gravar a primeira s\u00e9rie de zumbis brasileira. E quando soube do time todo que estaria envolvido fiquei encantada. Pessoas com quem eu j\u00e1 havia trabalhado e de quem sou f\u00e3, como a Carla Ribas, que trabalhei em O mecanismo e o Em\u00edlio de Melo com quem trabalhei em <em>O outro lado do para\u00edso<\/em>. E ainda tive a oportunidade de trabalhar com Claudio Torres, criador e diretor da s\u00e9rie e por quem sempre tive vontade de ser dirigida. Ent\u00e3o quando rolou fiquei mega feliz. Trabalhar com ele e com Rodrigo Monte, que tamb\u00e9m dirige a s\u00e9rie, e toda a equipe que estava nesse projeto foi muito estimulante e divertido. Um set descontra\u00eddo e com todos dando o melhor de si.<\/p>\n<p><strong>Sua personagem, B\u00e1rbara, \u00e9 f\u00e3 de reality show. Voc\u00ea tamb\u00e9m \u00e9?<\/strong><br \/>\nAcabei ficando realmente f\u00e3 desse \u00faltimo <em>BBB<\/em>. Ali\u00e1s eu e muitos, n\u00e9? Talvez esse BBB tenha tido uma das maiores audi\u00eancias de todos os tempos. Logo nas primeiras semanas do programa entramos em quarentena por causa da pandemia e acabamos atra\u00eddos por aquelas pessoas que de uma certa forma estavam na mesma situa\u00e7\u00e3o de confinamento. Acho que rolou uma empatia. Comecei a acompanhar pra ver o parceiro de profiss\u00e3o e amigo Babu e no final estava super envolvida com todas as quest\u00f5es relevantes que foram debatidas dentro da casa e consequentemente fora dela.<\/p>\n<p><strong>A B\u00e1rbara sonha em entrar no reality show <em>Olimpo<\/em>. Voc\u00ea participaria de um reality nesses moldes ou de alguma outra forma?<\/strong><br \/>\nA B\u00e1rbara, minha personagem, tem o sonho de fazer parte do time do Olimpo. Eu, Priscila, nos moldes do Olimpo, acho que n\u00e3o. (risos)<\/p>\n<p><strong>A s\u00e9rie tem o apocalipse zumbi como mote. Acha que estamos perto de um apocalipse social, mas sem os zumbis?<\/strong><br \/>\nAcho que esse modelo de sociedade que vivemos atualmente est\u00e1 \u00e0 beira do caos e que esse nosso colapso de uma certa forma est\u00e1 espelhado nesse mote de apocalipse zumbi. Que apocalipse zumbi \u00e9 esse que estamos vivendo? Podemos nos perguntar.<\/p>\n<p><strong>O texto acaba dialogando com essa realidade abordando temas como a disputa pelo poder, n\u00e3o?<\/strong><br \/>\nO texto aborda muitos temas atuais, reflexo dos tempos que estamos vivendo. Como a disputa pelo poder, a falta de di\u00e1logo, n\u00e3o h\u00e1 mais escuta, todos tentam fazer com que suas id\u00e9ias prevale\u00e7am sobre a dos outros.<\/p>\n<p><strong><em>Reality Z<\/em> foi criada bem antes da pandemia &#8212; \u00e9 baseada em uma miniss\u00e9rie brit\u00e2nica. Como acha que a s\u00e9rie pode dialogar com os tempos de isolamento social?<\/strong><br \/>\n<em>Reality Z<\/em> foi inspirado em Dead set, de Charlie Brooker. Certamente h\u00e1 pouco tempo se ouv\u00edssemos a ideia de uma casa de um reality ser um dos lugares mais seguros para se sobreviver \u00e0 uma invas\u00e3o zumbi ela iria nos parecer no m\u00ednimo fantasiosa. E hoje, pelo contr\u00e1rio, espelha esses nossos tempos pelo fato de estarmos no meio de uma pandemia e confinados em nossas casas tentando nos manter seguros da invas\u00e3o desse v\u00edrus letal, que for\u00e7ou o mundo a parar. E soma-se a isso o fato de h\u00e1 pouco tempo termos tido a companhia do<em> BBB<\/em>, esse famoso reality, para nos ajudar a passar por uma das fases dessa quarentena. A s\u00e9rie \u00e9 uma das mais assistidas, n\u00e3o s\u00f3 no Brasil, mas em v\u00e1rios pa\u00edses do mundo, o que mostra que ela est\u00e1 dialogando bem com o p\u00fablico nesse per\u00edodo de isolamento.<\/p>\n<p><strong>Voc\u00ea se prepara para estrelar um mon\u00f3logo no teatro. O que pode adiantar sobre o espet\u00e1culo?<\/strong><br \/>\nEsse solo nasceu de uma necessidade de expressar minhas ideias. Foi escrito por mim nesse per\u00edodo de isolamento. E talvez isso tenha refletido no fato de ser um solo. A mulher desse espet\u00e1culo tra\u00e7a um paralelo de sua crise de ansiedade com a crise mundial que for\u00e7ou o mundo a parar. Enxerga nessa \u201cpausa for\u00e7ada\u201d uma oportunidade para olhar para si e se reconhecer em meio \u00e0s in\u00fameras m\u00e1scaras que havia criado para dar conta de ser a mulher ideal. O p\u00fablico poder\u00e1 acompanhar o que se passa na cabe\u00e7a dela atrav\u00e9s dos di\u00e1logos que ela trava consigo mesma e com as m\u00e1scaras que criou para si. Essas m\u00e1scaras servem como um olhar cr\u00edtico e ir\u00f4nico \u00e0s situa\u00e7\u00f5es vividas por essa mulher, pois como ela mesmo fala, o relacionamento que ela mais torce para dar certo \u00e9 entre ela e sua pr\u00f3pria mente.<\/p>\n<p><strong>Essa pe\u00e7a fala sobre a ansiedade de uma mulher de 30 anos. A idade \u00e9 uma quest\u00e3o para voc\u00ea?<\/strong><br \/>\nA pe\u00e7a fala da quest\u00e3o da ansiedade. Esse mal do s\u00e9culo que, para muitos, a pandemia serviu para agravar e que engloba ainda ataques de p\u00e2nico e outras fobias. O Brasil \u00e9 campe\u00e3o mundial de pessoas ansiosas e o sexo feminino \u00e9 o que mais sente as consequ\u00eancias &#8211; 7,7% das mulheres s\u00e3o ansiosas. A idade n\u00e3o \u00e9 uma quest\u00e3o pra mim e sim o ac\u00famulo de fun\u00e7\u00f5es que uma mulher exerce, dividida entre casa, filhos e trabalho, que pode ser insano. Mas percebo que h\u00e1 a cobran\u00e7a por um parceiro. Quando se tem o parceiro, cobra-se por filhos. Quando se tem filhos, a cobran\u00e7a para que o corpo da mulher volte a forma \u00e9 vista em fotos estampadas em revistas ou sites de m\u00e3es\/modelos e seus corpos perfeitos. Isso sem entrar nas cobran\u00e7as profissionais, na quest\u00e3o de remunera\u00e7\u00e3o salarial. Tentando corresponder a toda essa demanda, a mulher dessa pe\u00e7a acaba entrando na chamada \u201crodinha do hamster&#8221;, \u00e9 parte da engrenagem que ela mesma criou e alimenta. E n\u00e3o h\u00e1 nada que fa\u00e7a a roda parar de girar, a n\u00e3o ser uma pane. Por\u00e9m ela far\u00e1 uso da crise para olhar fora de todos esses padr\u00f5es. Prop\u00f5e a si uma esp\u00e9cie de desconstru\u00e7\u00e3o e aproveita a pausa for\u00e7ada para se redescobrir.<\/p>\n<p><strong>Qual ser\u00e1 o futuro do teatro, que depende da plateia e muitas vezes do contracenar, ap\u00f3s a covid-19? J\u00e1 d\u00e1 para tra\u00e7ar um progn\u00f3stico?<\/strong><br \/>\nEstamos todos justamente nesse momento, tentando entender essa nova maneira de estar em cena. Existem algumas iniciativas que est\u00e3o sendo colocadas em pr\u00e1tica durante a pandemia reunindo a arte teatral com a tecnologia para propor uma nova maneira de contar hist\u00f3rias \u00e0 dist\u00e2ncia. \u00c9 interessante notar o est\u00edmulo a formar novas plateias, j\u00e1 que democratiza a experi\u00eancia art\u00edstica muitas vezes restrita aos grandes centros. Notei isso ao encenar cenas de fic\u00e7\u00e3o in\u00e9ditas que fiz com o Clube da Cena, projeto idealizado por Cristina Fagundes e que ainda conta com intera\u00e7\u00e3o virtual do p\u00fablico da live. Pessoas do mundo inteiro t\u00eam acesso \u00e0quele conte\u00fado. Como tamb\u00e9m vejo em iniciativas como a do Teatro Petra Gold de exibir mon\u00f3logos com uma pessoa na plateia e plateia virtual, como percebo em teatros do mundo inteiro que liberaram acesso aos seus espet\u00e1culos, bal\u00e9s e \u00f3peras. Somos criativos. Encontramos maneiras de estar em cena. Acredita-se que num primeiro momento p\u00f3s pandemia haver\u00e1 uma tend\u00eancia pelos mon\u00f3logos, justamente por ter menos contato. Mas com alguns teatros no mundo j\u00e1 reabrindo suas atividades, mesmo que com in\u00fameras restri\u00e7\u00f5es e uma maior dist\u00e2ncia entre o p\u00fablico e os atores em cena, ainda assim tenho esperan\u00e7a de num futuro n\u00e3o muito distante poder contar com uma plat\u00e9ia f\u00edsica cheia.<\/p>\n<p><strong>Voc\u00ea participa do coletivo teatral Clube da cena. Como \u00e9 o trabalho de voc\u00eas?<\/strong><br \/>\n\u00c9 um coletivo de atores, diretores e autores, funciona como uma esp\u00e9cie de gincana teatral. Determina-se um tema, os autores t\u00eam uma semana para escrever uma cena e depois disso os atores e a dire\u00e7\u00e3o tem uma semana pra colocar a cena de p\u00e9. J\u00e1 fizemos mais de 8 temporadas no Rio de Janeiro e, dessa vez, nos aventuramos nesse novo formato de lives que chamamos de Clube da Cena Lives, com cenas de fic\u00e7\u00e3o in\u00e9ditas para serem encenadas durante a live. Ap\u00f3s exibirmos a cena o p\u00fablico t\u00eam a oportunidade de dirigir uma vers\u00e3o da mesma, dando sugest\u00f5es de emo\u00e7\u00f5es e a\u00e7\u00f5es para os atores. E a\u00ed vira uma verdadeira brincadeira. Temos que estar super atentos aos comandos do p\u00fablico da live a ao mesmo tempo ao outro ator que contracena com voc\u00ea da casa dele. Um grande exerc\u00edcio de escuta.<\/p>\n<p><strong>Em sua carreira, voc\u00ea acabou fazendo mais s\u00e9ries e seriados do que novelas. Foi uma op\u00e7\u00e3o ou aconteceu?<\/strong><br \/>\nAt\u00e9 hoje fiz duas novelas. Em O outro lado do para\u00edso muitas pessoas que ainda n\u00e3o tinham tido acesso ao meu trabalho me conheceram. A TV aberta \u00e9 muito poderosa, a intera\u00e7\u00e3o com o p\u00fablico \u00e9 imediata porque voc\u00ea grava uma cena que \u00e0s vezes vai ao ar no mesmo dia ou na mesma semana, ent\u00e3o a resposta sobre o seu trabalho \u00e9 r\u00e1pida. E por se tratar de uma obra aberta tudo pode acontecer. Espero repetir em breve essa experi\u00eancia. Adorei e tenho muito a aprender ainda. Nas s\u00e9ries, trata-se de uma obra fechada, sua personagem tem uma curva dram\u00e1tica j\u00e1 estabelecida, um in\u00edcio, meio e fim j\u00e1 definidos e muitas vezes o p\u00fablico e n\u00f3s mesmos da equipe s\u00f3 temos acesso ao resultado final quando esta j\u00e1 foi toda gravada. E \u00e9 super interessante ver no que se transformou aquele trabalho, agora com todas as pe\u00e7as de seu quebra-cabe\u00e7a j\u00e1 reunidas. Acho o m\u00e1ximo!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Int\u00e9rprete da ambiciosa B\u00e1rbara da s\u00e9rie Reality Z, atriz Priscila Assum fala sobre a experi\u00eancia de estrelar uma s\u00e9rie zumbi<\/p>\n","protected":false},"author":57,"featured_media":14273,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[86],"tags":[5,3414],"class_list":["post-14271","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-entrevista","tag-netflix","tag-reality-z"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14271","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/57"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14271"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14271\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/14273"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14271"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14271"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14271"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}