{"id":16232,"date":"2020-12-02T06:48:31","date_gmt":"2020-12-02T09:48:31","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/?p=16232"},"modified":"2020-12-03T11:05:38","modified_gmt":"2020-12-03T14:05:38","slug":"oscar-calixto-apresenta-o-brasil-imperial-pelo-olhar-do-povo-em-serie-da-amazon","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/oscar-calixto-apresenta-o-brasil-imperial-pelo-olhar-do-povo-em-serie-da-amazon\/","title":{"rendered":"Oscar Calixto apresenta o Brasil imperial pelo olhar do povo em s\u00e9rie da Amazon"},"content":{"rendered":"<h3>Em <em>Brasil imperial<\/em>, s\u00e9rie da Amazon, Arrebita \u00e9 um homem simples que traz vis\u00f5es muitas vezes deixadas de lado nas escolas. Leia entrevista com o ator Oscar Calixto<\/h3>\n<p>Quando uma hist\u00f3ria \u00e9 contada, h\u00e1 diversos olhares sobre ela. \u00c9 comum, nos livros did\u00e1ticos, sabermos de como a Fam\u00edlia Real portuguesa, quando muito os tripulantes ou nobre que j\u00e1 estavam aqui, sentiu-se ao desembarcar no Brasil, em 1808. Mas e o olhar de quem estava aqui, sendo povo brasileiro e n\u00e3o a nobreza portuguesa?<\/p>\n<p>Essa \u00e9 a vis\u00e3o trazida por Arrebita, da<a href=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/serie-nacional-brasil-imperial-estreia-nesta-terca-feira-na-amazon-prime-video\/\"><strong> s\u00e9rie Brasil imperial, da Amazon Prime<\/strong><\/a>. Interpretado por Oscar Calixto, Arrebita \u201crepresenta o trabalhador comum dos dias de hoje, o trabalhador que sempre sofre com os achaques econ\u00f4micos, pol\u00edticos e sociais que sempre existiram na nossa hist\u00f3ria.\u201d<\/p>\n<p>O ator conta ao <strong>Pr\u00f3ximo Cap\u00edtulo<\/strong> que achou de import\u00e2ncia \u201cextraordin\u00e1ria\u201d trazer essa vis\u00e3o simples ao que aprendemos na escola. \u201cTem algu\u00e9m ali que \u00e9 &#8220;gente como a gente&#8221;, n\u00e3o \u00e9 verdade?\u201d, comenta. \u201cA inser\u00e7\u00e3o desse homem simples no contexto hist\u00f3rico de um Brasil imperial tamb\u00e9m traz \u00e0 tona quest\u00f5es que n\u00e3o t\u00ednhamos visto ainda, tais como: como respondia o povo, a nossa gente, os escravos e os negros a esse processo revolucion\u00e1rio? Como era isso intimamente para eles? Como batia a quest\u00e3o do preconceito em quem sofre o preconceito?\u201d, afirma Oscar.<\/p>\n<p>Uma s\u00e9rie como <em>Brasil imperial<\/em>, de \u00e9poca e com uma reconstru\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica, sempre pode ser fonte de aprendizado para o ator. Mas Oscar ressalta que nunca sai \u201cvazio\u201d de um trabalho. \u201cA gente sempre aprende algo em cada trabalho. Na pesquisa feita em cima dos fatos hist\u00f3ricos, houve coisas que at\u00e9 ficaram mais claras para mim sobre esse per\u00edodo da hist\u00f3ria do Brasil\u201d, conta. O p\u00fablico tamb\u00e9m poder\u00e1 aprender mais assistindo \u00e0 s\u00e9rie da Amazon.<\/p>\n<h3>Entrevista \/\/ Oscar Calixto<\/h3>\n<figure id=\"attachment_16233\" aria-describedby=\"caption-attachment-16233\" style=\"width: 1024px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2020\/12\/brasil_1200.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-large wp-image-16233\" src=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2020\/12\/brasil_1200-1024x555.jpg\" alt=\"Cena da s\u00e9rie Brasil imperial\" width=\"1024\" height=\"555\" srcset=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2020\/12\/brasil_1200-1024x555.jpg 1024w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2020\/12\/brasil_1200-300x163.jpg 300w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2020\/12\/brasil_1200-768x416.jpg 768w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2020\/12\/brasil_1200-800x433.jpg 800w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2020\/12\/brasil_1200-550x298.jpg 550w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2020\/12\/brasil_1200-230x125.jpg 230w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2020\/12\/brasil_1200.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-16233\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Rodrigo Ricordi\/ Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>O Arrebita, de <em>Brasil imperial<\/em>, \u00e9 seu primeiro protagonista na televis\u00e3o. A responsabilidade aumenta?<\/strong><br \/>\nMuito e sempre. Quanto maior o personagem, maior a responsabilidade de um ator, evidentemente. O Arrebita \u00e9 apresentado no in\u00edcio do primeiro epis\u00f3dio e segue pelos outros 9 na figura de um homem comum, um homem que representa a parte mais simples e modesta da sociedade da \u00e9poca. Penso que, se fizermos um paralelo, ele representa o trabalhador comum dos dias de hoje, o trabalhador que sempre sofre com os achaques econ\u00f4micos, pol\u00edticos e sociais que sempre existiram na nossa hist\u00f3ria.<\/p>\n<p><strong>Brasil imperial trata de um per\u00edodo da nossa hist\u00f3ria. Chegou a aprender alguma coisa com a s\u00e9rie?<\/strong><br \/>\nA gente sempre aprende algo em cada trabalho, sabe? Eu nunca sa\u00ed vazio. Acho que \u00e9 imposs\u00edvel fazer qualquer obra e sair sem ter aprendido nada com ela. Em Brasil imperial houve um trabalho muito s\u00e9rio feito pelas pesquisadoras Mar\u00edlia Nogueira e Mariana Schmidt que foram muito parceiras e ficaram muito pr\u00f3ximas de tudo, at\u00e9 mesmo do pr\u00f3prio elenco da s\u00e9rie. Brasil imperial tem muitas m\u00e3os envolvidas e foi realizado por uma equipe linda, competente e extraordin\u00e1ria, sem d\u00favidas todos trabalhamos muito juntos. Na pesquisa feita em cima dos fatos hist\u00f3ricos, houve coisas que at\u00e9 ficaram mais claras para mim sobre esse per\u00edodo da hist\u00f3ria do Brasil.<\/p>\n<p><strong>Costumamos ver a hist\u00f3ria da chegada da Fam\u00edlia Real ao Brasil pelos olhos dos nobres ou, quando muito, dos \u00edndios. Como foi viver um homem do povo nesse processo?<\/strong><br \/>\nFoi maravilhoso. A ideia de ter uma hist\u00f3ria de amor verdadeiro &#8211; de um homem simples e do povo &#8211; que se apaixona perdidamente por uma escrava e que vai recortando toda a nossa hist\u00f3ria &#8211; do primeiro ao \u00faltimo epis\u00f3dio &#8211; foi algo que me cativou profundamente. Acho que trazer \u00e0 luz a hist\u00f3ria de vida de um homem do povo, ou de uma fam\u00edlia simples como a de Arrebita e Ana do Congo, tem uma import\u00e2ncia extraordin\u00e1ria dentro de um processo revolucion\u00e1rio. Tem algu\u00e9m ali que \u00e9 &#8220;gente como a gente&#8221;, n\u00e3o \u00e9 verdade? A s\u00e9rie tem muitos casais infelizes e, no meio dela, um casal que nos fala sobre o amor. A inser\u00e7\u00e3o desse homem simples no contexto hist\u00f3rico de um Brasil imperial, tamb\u00e9m traz \u00e0 tona quest\u00f5es que n\u00e3o t\u00ednhamos visto ainda, tais como: como respondia o povo, a nossa gente, os escravos e os negros a esse processo revolucion\u00e1rio? Como era isso intimamente para eles? Como batia a quest\u00e3o do preconceito em quem sofre o preconceito? Essas quest\u00f5es trazem a nossa pr\u00f3pria hist\u00f3ria para um outro lugar tamb\u00e9m, concorda? Ela passa a ser contada por v\u00e1rios pontos de vista absolutamente diferentes, mas n\u00e3o menos importantes na nossa hist\u00f3ria. A hist\u00f3ria desse Brasil imperial todo mundo meio que j\u00e1 conhece, mas ningu\u00e9m ainda tinha falado t\u00e3o profundamente dos bastidores dessa hist\u00f3ria. E a\u00ed \u00e9 onde eu acho que a s\u00e9rie encontra o seu diferencial. Brasil imperial n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 mais do mesmo de sempre. Tamb\u00e9m traz uma hist\u00f3ria de amor muito bonita, representativa, \u00fanica, importante e extremamente original. Isso me faz recordar de um professor de dramaturgia que uma vez me disse o seguinte: &#8220;todas as hist\u00f3rias do mundo j\u00e1 foram contadas, todas as situa\u00e7\u00f5es humanas j\u00e1 foram vividas por atores, escritas por dramaturgos e escritores, filmadas e encenadas por todos os diretores do mundo. O que faz a diferen\u00e7a \u00e9 s\u00f3 o jeito de cont\u00e1-las novamente.\u201d E eu acho que esse \u00e9 um dos v\u00e1rios pontos que fazem Brasil imperial ser realmente um produto &#8220;diferente&#8221; e n\u00e3o s\u00f3 algo que traz mais um pouco de tudo que j\u00e1 vimos anteriormente.<\/p>\n<p><strong>O Arrebita n\u00e3o existiu &#8212; \u00e9 um personagem fict\u00edcio. Mas ele carrega muito de documental, n\u00e3o? Como \u00e9 estar nesse limiar numa s\u00e9rie hist\u00f3rica?<\/strong><br \/>\nSim. O Arrebita \u00e9 um personagem ficcional que surge a partir de alguns relatos, documentos e cartas sobre a vida do povo encontrados pelo pr\u00f3prio autor, Ant\u00f4nio Ernesto Martins, e pelas pesquisadoras. Na verdade, eu me preocupo sempre e sempre em entender o ser humano que vou viver em cada trabalho. Esse limiar entre o documental e o ficcional n\u00e3o me afetou em nada. \u00d3bvio que eu tinha que construir um ser humano que respeitasse o comportamento de um homem do povo diante dos nobres, autoridades existentes e em sua vida pessoal, como cidad\u00e3o. Como se ele se portaria diante da Princesa Leopoldina, de quem se torna um amigo pessoal? Ou da Princesa Carlota Joaquina, que nutre um certo desejo por ele? Como um homem do povo, se sairia de uma situa\u00e7\u00e3o dessas, por exemplo? Mas, sinceramente? Tudo isso j\u00e1 estava no pr\u00f3prio texto. Para mim, tudo sempre est\u00e1 l\u00e1. O meu compromisso era entender como a nossa hist\u00f3ria seria contada e em qual contexto hist\u00f3rico o Arrebita estava inserido. N\u00e3o h\u00e1 biografias nem h\u00e1 registros hist\u00f3ricos sobre o meu personagem. Ent\u00e3o, na minha cabe\u00e7a, o que a s\u00e9rie precisava era que eu criasse um ser humano extremamente aut\u00eantico e original, um homem que realmente representasse o povo daquela \u00e9poca. E foi nisso que me mantive focado o tempo todo e ao lado de toda a equipe de prepara\u00e7\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o, de todo o elenco e, principalmente, ao lado da minha grande parceira J\u00e9ssica C\u00f3res. N\u00e3o tenho como falar do Arrebita sem falar da personagem criada pela J\u00e9ssica. \u00c9 por causa da Ana do Congo que o Arrebita amadurece e se transforma. E n\u00e3o somente por causa do avan\u00e7ar de sua idade nos 15 anos de sua vida que foram inseridos na nossa hist\u00f3ria.<\/p>\n<p><strong>Voc\u00ea estar\u00e1 no longa <em>Pra onde levam as ondas<\/em>, de Dan Albuk. O que pode adiantar sobre esse projeto?<\/strong><br \/>\nO <em>Pra onde levam as ondas<\/em> \u00e9 um projeto extraordin\u00e1rio que eu gostei muito de fazer. O filme j\u00e1 tem um trailer que j\u00e1 est\u00e1 circulando nas redes sociais e no IMDb. Ele foi produzido com pouqu\u00edssima grana, mas conseguiu obter alta qualidade como produto final. Eu gosto muito do trabalho do Dan Albuk &#8211; tanto como roteirista quanto como diretor &#8211; e acho que ele \u00e9 mais um desses her\u00f3is que temos no cinema nacional. Digo isso porque era imposs\u00edvel fazer um filme desses com a grana que ele dispunha para a realiza\u00e7\u00e3o. Mas ele foi l\u00e1 e fez um filme lindo. A produ\u00e7\u00e3o est\u00e1 sendo finalizada e logo mais estar\u00e1 nos cinemas. O filme \u00e9 muito sens\u00edvel, muito bonito, delicado e tem uma pegada que me interessa bastante que \u00e9 o &#8220;cinema de arte&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Voc\u00ea j\u00e1 fez cinema fora do Brasil. Como foi essa experi\u00eancia?<\/strong><br \/>\nFoi uma experi\u00eancia verdadeiramente transformadora. Tive a oportunidade de trabalhar com diretores incr\u00edveis de pa\u00edses diferentes que acabaram &#8220;desmistificando&#8221; muita coisa que eu tinha na cabe\u00e7a sobre o trabalho do ator. Hoje, para mim, gra\u00e7as a esses grandes diretores e diretoras com quem trabalhei l\u00e1 fora, tudo &#8220;\u00e9 mais simples do que o que parece&#8221;. Durante o per\u00edodo que trabalhei fora do Brasil, percebi algo muito s\u00e9rio que ainda temos aqui: \u00c0s vezes as pessoas &#8220;complexam&#8221; demais o trabalho do ator. Um trabalho que \u00e9 verdadeiramente simples. E quando digo simples, n\u00e3o quero dizer que seja f\u00e1cil. Ser simples n\u00e3o \u00e9 uma tarefa nada f\u00e1cil. Mas, com certeza, \u00e9 menos complexo do que o que fazemos quando &#8220;metodologizamos&#8221; ou &#8220;complexamos&#8221; demais um trabalho que, no fim, s\u00f3 quer que a vida seja servida \u00e0 mesa do espectador.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em Brasil imperial, s\u00e9rie da Amazon, Arrebita \u00e9 um homem simples que traz vis\u00f5es muitas vezes deixadas de lado nas escolas<\/p>\n","protected":false},"author":57,"featured_media":16234,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[86],"tags":[287,3747,3814],"class_list":["post-16232","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-entrevista","tag-amazon-prime","tag-brasil-imperial","tag-oscar-calixto"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16232","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/57"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16232"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16232\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16255,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16232\/revisions\/16255"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/16234"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16232"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16232"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16232"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}