{"id":22972,"date":"2023-07-09T08:00:39","date_gmt":"2023-07-09T11:00:39","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/?p=22972"},"modified":"2023-07-10T10:19:54","modified_gmt":"2023-07-10T13:19:54","slug":"de-ninfeta-a-rainha-a-trajetoria-de-sucesso-de-mel-lisboa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/de-ninfeta-a-rainha-a-trajetoria-de-sucesso-de-mel-lisboa\/","title":{"rendered":"De ninfeta a rainha, a trajet\u00f3ria de sucesso de Mel Lisboa"},"content":{"rendered":"<h3 style=\"text-align: center\">Aos 42 anos, Mel Lisboa celebra uma carreira s\u00f3lida pontuada por trabalhos que v\u00e3o desde a personagem-t\u00edtulo da miniss\u00e9rie &#8216;Presen\u00e7a de Anita&#8217;,\u00a0sua estreia na televis\u00e3o,\u00a0ao musical &#8216;Rita Lee mora ao lado&#8217;<\/h3>\n<p><strong>Por Patrick Selvatti<\/strong><\/p>\n<p>Ainda que a fisionomia jovial de 22 anos atr\u00e1s n\u00e3o a abandone, Mel Lisboa, 42 anos, se distancia\u00a0a l\u00e9guas\u00a0da personagem que a revelou para o mundo, em <em>Presen\u00e7a de Anita<\/em>, miniss\u00e9rie exibida pela Globo em 2001. A\u00a0partir da ninfeta que literalmente incendiou a televis\u00e3o brasileira, a atriz ga\u00facha\u00a0construiu uma carreira s\u00f3lida e madura, marcada por mulheres fortes e empoderadas. Exemplos disso s\u00e3o a sedutora e perigosa Dalila da novela <em>Sans\u00e3o e Dalila<\/em> (2011), na Record, a transgressora Thereza, da s\u00e9rie <em>Coisa mais linda<\/em> (2019\/20), na Netflix, e, especialmente, a rainha do rock do Brasil, que ela interpretou no musical\u00a0<em>Rita Lee mora ao lad<\/em>o \u2014 que, em cartaz de 2014 a 2016, foi aclamad\u00edssimo pela cr\u00edtica e pela pr\u00f3pria\u00a0musa inspiradora. &#8220;Eu acho que, de certa forma, eu busco e, ao mesmo tempo, atraio esse tipo de personagem, porque \u00e9 o que me desafia&#8221;, afirmou a artista ao <strong>Pr\u00f3ximo Cap\u00edtulo<\/strong>.<\/p>\n<p>A pandemia do novo coronav\u00edrus foi um divisor de \u00e1guas nesta fase madura\u00a0de Mel Lisboa Alves, uma capricorniana inquieta que estava prestes a completar 40 anos no per\u00edodo conturbado que o mundo atravessou. Ap\u00f3s o cancelamento da temporada de <em>Malha\u00e7\u00e3o<\/em> que protagonizaria, a\u00a0ga\u00facha inspirada e ativa se juntou a Seu Jorge na cria\u00e7\u00e3o de um podcast de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, original Spotify, chamado <em>Paciente 63<\/em>, que narra a hist\u00f3ria de um viajante do tempo que vem do futuro para alertar sobre o fim do mundo ocasionado\u00a0por um v\u00edrus que assola a humanidade. Na mesma \u00e9poca, a int\u00e9rprete da lend\u00e1ria Anita, sentindo necessidade de se conectar consigo mesma, conheceu a hist\u00f3ria da escritora russa Helena Pretovna Blav\u00e1tskaya \u2014 &#8220;o que\u00a0me levou a acessar respostas que n\u00e3o encontrava em lugar algum&#8221;, explicou.<\/p>\n<p>Ainda no per\u00edodo pand\u00eamico, por\u00e9m, j\u00e1 vacinada e sem as restri\u00e7\u00f5es sociais que inviabilizaram diversos projetos, Mel decidiu produzir o espet\u00e1culo <em>Madame Blavatsky \u2014 Amores Ocultos<\/em>, de Cl\u00e1udia Barral, trabalho que a desafiou a produzir \u2014 sem patroc\u00ednio \u2014 e\u00a0protagonizar um mon\u00f3logo, ao mesmo tempo em que se dedicava ao retorno \u00e0s novelas \u2014 ap\u00f3s um jejum de sete anos \u2014, como a vil\u00e3 Regina, de <em>Cara e coragem<\/em> (2022), na Globo. E\u00a0a\u00a0artista est\u00e1 ligada nos 220 volts.\u00a0Ap\u00f3s se despedir das duas personagens, a el\u00e9trica camaleoa segue nos palcos, como a diab\u00f3lica protagonista de <em>Misery<\/em> \u2014 adapta\u00e7\u00e3o do romance de Stephen King, um sucesso da Broadway em cartaz em S\u00e3o Paulo at\u00e9 o fim deste m\u00eas \u2014, filma a s\u00e9rie <em>Luz<\/em>\u00a0\u2014 a primeira\u00a0produ\u00e7\u00e3o infanto-juvenil da Netflix, ainda sem previs\u00e3o para ser lan\u00e7ada \u2014, e garante que ir\u00e1 retomar a jornada solit\u00e1ria e visceral de Blavatsky no teatro. &#8220;Espero faz\u00ea-la at\u00e9 o fim dos meus dias&#8221;, prometeu.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_22975\" aria-describedby=\"caption-attachment-22975\" style=\"width: 620px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-22975\" src=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2023\/07\/presenca_de_anita-28414175.jpg\" alt=\"\" width=\"620\" height=\"465\" srcset=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2023\/07\/presenca_de_anita-28414175.jpg 620w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2023\/07\/presenca_de_anita-28414175-300x225.jpg 300w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2023\/07\/presenca_de_anita-28414175-550x413.jpg 550w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2023\/07\/presenca_de_anita-28414175-230x173.jpg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-22975\" class=\"wp-caption-text\">Com Jos\u00e9 Mayer, a estreia em Presen\u00e7a de Anita<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>O que representou para voc\u00ea ter dado vida a Rita Lee no musical em homenagem a ela e na s\u00e9rie sobre Elis Regina?<\/strong><\/p>\n<p>Eu acho que \u00e9 uma honra, um privil\u00e9gio enorme ter tido a chance de interpretar a Rita Lee e de essa ter sido marcada como a atriz que a personificou. Acho a Rita Lee uma das maiores artistas que a gente j\u00e1 teve neste pa\u00eds e no mundo. Uma mulher realmente revolucion\u00e1ria, \u00fanica.\u00a0Nunca houve, nunca haver\u00e1 ningu\u00e9m como a Rita Lee, e eu sinto um orgulho muito grande de ter feito o musical, de ela ter assistido, de ela ter gostado, de os f\u00e3s gostarem do trabalho. Realmente, para mim, \u00e9 muito gratificante.<\/p>\n<p><strong>Conta como era a rela\u00e7\u00e3o com ela&#8230;<\/strong><\/p>\n<p>A minha rela\u00e7\u00e3o com a Rita Lee sempre foi de muito, muito amor, muito respeito, muita admira\u00e7\u00e3o. \u00c9 uma admira\u00e7\u00e3o, assim, infinita! E ela tamb\u00e9m, eu sei que gostava de mim e que a gente estava conectada. Mesmo longe est\u00e1vamos conectadas, e sinto que seguimos conectadas.<\/p>\n<p><strong>Assim como Rita Lee, sua carreira \u00e9\u00a0marcada por interpretar mulheres fortes,\u00a0empoderadas. E isso come\u00e7ou logo no\u00a0primeiro trabalho, que foi <em>Presen\u00e7a de Anita<\/em>&#8230;<\/strong><\/p>\n<p>Eu tenho a sorte de ter tido, na minha carreira, personagens\u00a0t\u00e3o marcantes. Acho que, de certa forma, eu busco e, ao mesmo tempo, atraio esse tipo de personagem porque \u00e9 o que me desafia. Mas eu j\u00e1 interpretei algumas mocinhas, n\u00e3o tanto talvez na TV aberta, mas no teatro, sim, j\u00e1 fiz algumas, at\u00e9 cl\u00e1ssicas, tipo Desd\u00eamona, de Otelo, ou mesmo uma personagem chamada Mocinha,\u00a0no musical Roque Santeiro. Mas a maioria dos meus personagens s\u00e3o mulheres ousadas e com personalidade forte. Por\u00e9m, h\u00e1 v\u00e1rios tipos de personagem, como a Helena Blavatsky, que eu acho que n\u00e3o se encaixa em nada disso. \u00c9 um outro lugar, de uma mulher que tamb\u00e9m \u00e9 forte, mas dentro de um \u00e2mbito da filosofia, da espiritualidade.<\/p>\n<p><strong>Falando em <em>Anita<\/em>, a miniss\u00e9rie, dispon\u00edvel no Globoplay, \u00e9 um estrondoso sucesso, mas dificilmente teria o mesmo efeito hoje. Voc\u00ea concorda?<\/strong><\/p>\n<p>A rela\u00e7\u00e3o de Anita e Fernando (personagem de Jos\u00e9 Mayer) envolve ass\u00e9dio, abuso, agress\u00e3o f\u00edsica, verbal, psicol\u00f3gica&#8230; Envolve uma s\u00e9rie de coisas\u00a0e eu acho que talvez Presen\u00e7a de Anita teria dificuldade de ser aceita da maneira que foi feita,\u00a0como foi contada. Acredito que, hoje em dia, a hist\u00f3ria seria contada de uma outra forma, porque n\u00e3o \u00e9 que essas coisas deixaram de existir, mas a gente quer dar um outro olhar para esse tipo de situa\u00e7\u00e3o.\u00a0Penso que, principalmente, a quest\u00e3o do protagonismo feminino, no sentido de as mulheres contarem suas pr\u00f3prias hist\u00f3rias. Acho que seria diferente. O assunto continua, infelizmente, bastante atual.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_22976\" aria-describedby=\"caption-attachment-22976\" style=\"width: 513px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-22976\" src=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2023\/07\/whatsapp_image_2023_07_04_at_00_21_45-28414154.jpeg\" alt=\"\" width=\"513\" height=\"292\" srcset=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2023\/07\/whatsapp_image_2023_07_04_at_00_21_45-28414154.jpeg 513w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2023\/07\/whatsapp_image_2023_07_04_at_00_21_45-28414154-300x171.jpeg 300w, https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-content\/uploads\/sites\/27\/2023\/07\/whatsapp_image_2023_07_04_at_00_21_45-28414154-230x131.jpeg 230w\" sizes=\"auto, (max-width: 513px) 100vw, 513px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-22976\" class=\"wp-caption-text\">Mel Lisboa deu vida a Rita Lee em musical<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Voc\u00ea esteve recentemente em um projeto essencialmente feminista, que foi a s\u00e9rie <em>Coisa mais linda<\/em>, da Netflix. Voc\u00ea se sente em casa com esse tema?<\/strong><\/p>\n<p>O feminismo sempre esteve presente na minha vida. Fui criada por uma m\u00e3e solo, com uma outra irm\u00e3, sempre tive com mulheres na minha vida, amigas, av\u00f3s, av\u00f3s separadas. Essa \u00e9 uma quest\u00e3o de consci\u00eancia e de sensibiliza\u00e7\u00e3o. Voc\u00ea come\u00e7a a dar nome \u00e0s coisas e tamb\u00e9m a perceber a pluralidade do feminismo, os feminismos, as outras esferas do tema. Eu gosto de estudar sobre.<\/p>\n<p><strong>Nesses 22 anos, voc\u00ea teve pouca presen\u00e7a na TV aberta. Antes de <em>Cara e coragem<\/em>, foram sete anos de hiato. H\u00e1 algum arrependimento\u00a0<\/strong><strong>de ter ficado tanto tempo longe?<\/strong><\/p>\n<p>Olha, eu n\u00e3o me arrependo porque n\u00e3o foi, de fato, uma op\u00e7\u00e3o minha. Foi o que a vida foi me proporcionando e eu fui agarrando as oportunidades que eu tive e tra\u00e7ando a minha carreira de uma outra forma e, hoje, eu tenho a minha trajet\u00f3ria tamb\u00e9m devido a isso.<br \/>\nSou grata \u00e0 hist\u00f3ria que eu venho construindo. Mas gosto muito tamb\u00e9m da TV aberta, adorei ter feito a novela (Cara e coragem) ano passado e espero que apare\u00e7am novas oportunidades em breve. Farei com o maior prazer.<\/p>\n<p><strong>Como foi essa jornada de atuar sozinha nos palcos no mon\u00f3logo <em>Madame Blavatsky\u00a0\u2014 Amores Ocul<\/em>tos?<\/strong><\/p>\n<p>Protagonizar um mon\u00f3logo foi muito engrandecedor. Um aprendizado di\u00e1rio tamb\u00e9m, porque o texto da Cl\u00e1udia Bahal, a dire\u00e7\u00e3o do Marcos Macena, tudo nessa pe\u00e7a me ensina muito. A pr\u00f3pria Helena Blavatsky tem os ensinamentos dela. Estar sozinha no palco \u00e9 um processo diferente, mas que eu tenho gostado bastante. E a produ\u00e7\u00e3o \u00e9 minha, n\u00e9? Eu idealizei esse projeto&#8230; Ele n\u00e3o tem patroc\u00ednio. Sinto que \u00e9 como se fosse um filho meu.\u00a0Tenho muito orgulho. Acho uma pe\u00e7a atemporal e universal. Eu vou voltar com a\u00a0Madame Blavatsky, eu s\u00f3 n\u00e3o tenho ainda a data, nem o teatro, mas vou voltar. Espero faz\u00ea-la at\u00e9 o fim dos meus dias.<\/p>\n<p><strong>Mel Lisboa \u00e9 m\u00e3e de dois adolescentes,\u00a0Bernardo e Clarice. O que a maternidade mudou na sua vida?<\/strong><\/p>\n<p>A maternidade traz muitas coisas. Primeiramente, eu acho que muda o eixo do seu olhar para a vida. Ela passa a ir para al\u00e9m de voc\u00ea. Mas s\u00e3o muitas coisas, \u00e9 muito complexo, s\u00e3o muitos sentimentos. Muito aprendizado, na verdade, porque a gente nunca sabe o que fazer, todo dia \u00e9 um desafio. E um amor que cresce a cada dia, que se desenvolve e que \u00e9 isso que vai se moldando tamb\u00e9m com essa rela\u00e7\u00e3o que voc\u00ea tem com voc\u00ea e vai construindo com seus filhos. Enfim, muitas mudan\u00e7as. Eu sou hoje para al\u00e9m da minha maturidade, pelas minhas experi\u00eancias, seguramente sou uma pessoa diferente por conta da maternidade, por conta de ter tido dois filhos. Eu aprendo com eles at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Aos 42 anos, Mel Lisboa celebra uma carreira s\u00f3lida pontuada por trabalhos que v\u00e3o desde a personagem-t\u00edtulo da miniss\u00e9rie &#8216;Presen\u00e7a de Anita&#8217;,\u00a0sua estreia na televis\u00e3o,\u00a0ao musical &#8216;Rita Lee mora ao lado&#8217; Por Patrick Selvatti Ainda que a fisionomia jovial de 22 anos atr\u00e1s n\u00e3o a abandone, Mel Lisboa, 42 anos, se distancia\u00a0a l\u00e9guas\u00a0da personagem que a revelou para o mundo, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":146,"featured_media":22974,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[86,20,9,3761,16,3745],"tags":[2058,5201,5200],"class_list":["post-22972","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-entrevista","category-minisserie","category-novela","category-perfil","category-series","category-streaming","tag-mel-lisboa","tag-presenca-de-anitta","tag-rita-lee"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22972","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/146"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=22972"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22972\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":23025,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22972\/revisions\/23025"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/22974"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=22972"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=22972"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=22972"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}