{"id":23380,"date":"2023-09-10T06:30:57","date_gmt":"2023-09-10T09:30:57","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/?p=23380"},"modified":"2023-09-07T19:15:50","modified_gmt":"2023-09-07T22:15:50","slug":"lakers-hora-de-vencer-une-fisica-a-emocao-do-esporte-em-2a-temporada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/lakers-hora-de-vencer-une-fisica-a-emocao-do-esporte-em-2a-temporada\/","title":{"rendered":"Lakers: hora de vencer une f\u00edsica a emo\u00e7\u00e3o do esporte em 2\u00aa temporada"},"content":{"rendered":"<h3>Uma das diretoras, Salli Richardson-Whitfield fala sobre o sucesso e os desafios de <em>Lakers: hora de vencer<\/em>, s\u00e9rie no ar na HBO<\/h3>\n<p><strong>Por Pedro Ibarra<\/strong><\/p>\n<p>A emo\u00e7\u00e3o do esporte e os detalhes dos fatos reais se encontram em uma cinebiografia com cara de fic\u00e7\u00e3o. Essa \u00e9 a premissa de <em>Lakers: hora de vencer<\/em>. A produ\u00e7\u00e3o de sucesso, que est\u00e1 exibindo epis\u00f3dios semanais tanto na HBO quanto na <strong><a href=\"https:\/\/blogs2.correiobraziliense.com.br\/proximocapitulo\/tag\/hbo-max\/\">HBO Max<\/a><\/strong>, conta a trajet\u00f3ria do time de basquete Los Angeles Lakers quando \u00e9 adquirido por Jerry Buss (John C. Reilly), em 1979. A aquisi\u00e7\u00e3o bate com a chegada de um jogador que posteriormente se tornaria uma lenda da franquia: Magic Johnson (Quincy Isaiah). Juntos, o jogador e o propriet\u00e1rio mudaram a hist\u00f3ria do time, e a s\u00e9rie acompanha estes passos.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s mostrar a primeira temporada com Magic e Buss, o segundo ano da s\u00e9rie coloca na tela os questionamentos que os Lakers sofreram ap\u00f3s um ano \u2014 literalmente \u2014 m\u00e1gico. O seriado agora busca responder: Ser\u00e1 que os Lakers ser\u00e3o hegem\u00f4nicos a ponto de se tornarem uma dinastia? A s\u00e9rie revisita a hist\u00f3ria e relembra fatos que fazem dos Lakers um time t\u00e3o importante e conhecido atualmente.<\/p>\n<p>As quest\u00f5es propostas pela s\u00e9rie s\u00e3o quase uma metalinguagem em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 produ\u00e7\u00e3o. Eles precisavam ser melhores que a primeira temporada para manter o jogo em alto n\u00edvel. &#8220;A gente conversou sobre como melhorar o que j\u00e1 tinha sido bom na primeira temporada, como elevar nosso jogo e fazer o basquete ainda mais empolgante&#8221;, lembra Salli Richardson-Whitfield, produtora executiva e diretora de alguns epis\u00f3dios da produ\u00e7\u00e3o. Ela, no entanto, acredita que conseguiu. &#8220;Nossa miss\u00e3o era voltar e deixar todo o p\u00fablico de queixo ca\u00eddo, acredito que, quando a s\u00e9rie chegar nos \u00faltimos dois epis\u00f3dios, o p\u00fablico vai ver que conseguimos. A forma como mostramos o basquete nunca foi feita antes na hist\u00f3ria das produ\u00e7\u00f5es que tratam de esportes&#8221;, adianta.<\/p>\n<p>A qualidade \u00e9 atribu\u00edda ao trabalho duro e ao estudo aprofundado de Sallie da equipe, sem contar o amor pelo livro que baseia a ideia principal da s\u00e9rie, <em>Showtime: Magic, Kareem, Riley, and the Los Angeles Lakers dynasty of the 1980s<\/em>, ainda n\u00e3o traduzido para o portugu\u00eas. &#8220;Tudo \u00e9 sobre os detalhes, assim que se faz certo. N\u00f3s estudamos as filmagens antigas a ponto de saber que a pessoa que estava do lado do Kareem (Abdul-Jabbar) usava uma camiseta azul&#8221;, recorda a diretora.<\/p>\n<p>A f\u00edsica para replicar as jogadas ainda \u00e9 mais estudada. &#8220;Precisamos ensaiar e treinar com os c\u00e2meras porque as cenas s\u00e3o muito coreografadas. N\u00f3s tratamos com os atores e os dubl\u00eas em pelo menos tr\u00eas ou quatro \u00e2ngulos e formatos diferentes&#8221;, conta Salli, que admite a dificuldade. &#8220;\u00c9 uma grande m\u00e1quina, \u00e9 exaustivo gravar as cenas de basquete, porque tratamos como longas cenas de a\u00e7\u00e3o&#8221;, explica.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, o resultado \u00e9 especial, uma das s\u00e9ries que melhor transmitiu a f\u00edsica e a emo\u00e7\u00e3o dos esportes de uma s\u00f3 vez. Isso porque faz uma imers\u00e3o de p\u00fablico raramente vista no audiovisual. &#8220;O que traz a emo\u00e7\u00e3o \u00e9 estar l\u00e1 dentro, estar filmando de perto o rosto do Magic, o movimento dos olhos. O que n\u00f3s mostramos na quadra \u00e9 o que voc\u00ea n\u00e3o consegue ver mesmo reassistindo as imagens antigas no YouTube&#8221;, diz a produtora-executiva. &#8220;Claro que \u00e9 tudo dramatizado, mas \u00e9 isso que faz at\u00e9 pessoas que n\u00e3o gostam de basquete amarem e se investirem na s\u00e9rie. N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 ver a bola quicando de um lado para outro, \u00e9 fazer parte daquele jogo&#8221;, completa.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma das diretoras, Salli Richardson-Whitfield fala sobre o sucesso e os desafios de Lakers: hora de vencer, s\u00e9rie no ar na HBO Por Pedro Ibarra A emo\u00e7\u00e3o do esporte e os detalhes dos fatos reais se encontram em uma cinebiografia com cara de fic\u00e7\u00e3o. Essa \u00e9 a premissa de Lakers: hora de vencer. 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