Carreiras de Estado vão partir para a briga. “Agora é guerra”, afirma o presidente do Fonacate, Rudinei Marques. As classes do topo da pirâmide enfatizam que a equipe econômica desconhece a realidade do serviço público
[youtube https://www.youtube.com/watch?v=ik1n5HiO118]
Agentes, escrivães e papiloscopistas da Polícia Federal não aceitam a postergação dos reajustes salariais acordados para 2018, com o pretexto de que o governo vai economizar bilhões, enquanto o Executivo torra recursos em emendas parlamentares
[youtube https://www.youtube.com/watch?v=lx3b1p5RLP0]
“Vamos promover uma chuva de ações judiciais. Mas, anterior a elas, todas as representações de categorias vão para as ruas e chamar a população para combater as medidas absurdas do governo. Isso os policiais federais do Brasil ainda não fizeram: garantir a segurança dos movimentos sociais. Chega de teatrinho de jogar bomba de gás lacrimogêneo em quem está nas ruas. Vamos convocar a população para acabar com esse escárnio que está acontecendo, de inventar que vão poupar R$ 10 bilhões com o adiamento de acordos firmados com os servidores públicos depois de liberar, torrar R$ 6 bilhões em emenda parlamentar, mais R$ 500 bilhões de calote de Refis… E se sou empresário no Brasil, não pago imposto nunca mais, porque o governo incentiva o calote previdenciário e tributário. Os policiais federais vão agora botar a cara e convocar a população para combater as medidas do governo”, Flávio Werneck, vice-presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), em reunião ontem no Ministério do Planejamento (MPOG), com o secretário de Gestão de Pessoas, Augusto Chiba, quando o governo apresentou as previsões de cortar despesas com pessoal e custeio.
.


One thought on “Servidores em guerra contra pacote fiscal”
ONERA O TRABALHO ASSALARIADO E ESFACELA O ESTADO, MAS O CAPITAL ESTÁ SEGURO!!
As circunstâncias atuais fazem com que os cofres públicos dependam de novas receitas ou da redução de despesas. O governo pensou em aumentar o IRPF, o que atingiria unicamente o trabalho ASSALARIADO. Agora estuda “atacar” o servidor público do PODER EXECUTIVO. Pretende reduzir o salário inicial e congelar reajustes, os quais sequer repõem a inflação. Com essas ações, o Governo planeja “economizar” 70 bilhões em DEZ ANOS, às custas do desmantelamento do Estado e da desqualificação do serviço público. Esse valor, NUM ÚNICO ANO, pode ser arrecadado de quem tem renda; dos detentores de CAPITAL, por conseguinte, bastaria tributar a distribuição de LUCROS E DIVIDENDOS.
Com certeza é muito simples; uma “barbada”, portanto, onerar o trabalhador assalariado ou desqualificar o Estado, uma vez que tributar os beneficiários do rendimento do CAPITAL é impossível, tendo em vista a precedência dos interesses desses em detrimento daqueles.
Para se ter uma idéia do que o atual Governo está sendo “injusto”, informo que um único ato administrativo resolveria 50% do déficit anual do País: bastaria editar uma Lei tributando a distribuição de lucros hoje inconstitucionalmente ISENTA. Aplicando-se uma alíquota média de 10% sobre esses rendimentos do CAPITAL, a União arrecadaria – de quem mais tem – 70 BILHÕES num único ano. E o revoltante é que essa benesse, que sangra o povo brasileiro, existe tão somente no Brasil e na Eslováquia.
Então por que não tributar a distribuição de lucros e dividendos no lugar de esfacelar o Estado ou de sacrificar o trabalhador assalariado?
Vitor Guilherme Ruschel
Porto Alegre/RS