Vamos começar de forma bem simples. Gosto é pessoal e não tem a ver com qualidade.
Dito isso, aviso que ADOREI Transformers: O Último Cavaleiro.
Nunca precisei de muito para me divertir e nunca entendi o que me levava ao êxtase da diversão. E parece que em Transformers eu consegui chegar perto de algumas pistas para a solução desse mistério.
Primeira pista
- Coerência – Em Transformers a gente começa com uma batalha medieval. Sério, UMA BATALHA MEDIEVAL! Não vou entrar em detalhes mas logo no começo tudo me diz que isso aqui não é um filme pra ser levado a sério. Essa informação me liberou de todas as preocupações e de todas as críticas que eu tinha com a série. Finalmente parei de procurar as tecnicalidades e procurei me divertir!
- Liberdade – Quanto mais eu deixava as travas e aceitava o que me vinha, mas eu entendia que a qualidade não está vinculada a diversão. E finalmente entendi que quanto menos vc se importa mais você se diverte. Afinal de contas é um filme sobre Robôs e Dinossauros Robôs saindo na pancada!
Sendo bem honesto, acho que você não vai se divertir da maneira que eu me divertir. Mas, ainda assim acho que no fim das contas você pode sair do cinema falando mal e rindo de algumas coisas bem zoadas.
Leve o namorado de seu ex ao cinema!


One thought on “O que eu Senti vendo Transformers: O Último Cavaleiro”
Didi, se eu acreditasse em vidas passadas, diria que em uma vida eu fui você e você foi eu. Me vi escrevendo esse texto. haha
Tenho uma linha de raciocínio (quanto a diversão) bem igual a sua e sempre me pego gostando dessas “trasheras”, ontem assisti o “famigerado” remake de Ghostbusters e me divertir absurdamente, não entendi o rage do pessoal em cima dele.